20 janeiro 2010

comportamento

Pra viver em sociedade, temos que respeitar limites. Saber que nossos direitos, limites e espaços começam onde terminam os espaços, direitos e limites dos outros. Temos que estar sempre com disposição de exercer a POLÍTICA DA BOA VIZINHANÇA. Para mim, a política da boa vizinhança, consiste em você ter uma paciência de Jó, por exemplo, quando seu vizinho, recebe a qualquer hora do dia ou da noite e em qualquer dia da semana, visitantes um tanto ou quanto barulhentos, com a ADRENALINA a mil, com a corda toda, querendo por toda lei, mesmo sob protestos do seu vizinho, ou seja o dono da casa, mostrar AQUELE CD MARAVILHOSO DE RAP, que acabou de comprar. Para quem gosta é um prato cheio, mas se você não curte, você passa a odiar. Aí começa a valer a política da boa vizinhança, pois apesar de você não escutar mais o que se passa na sua televisão, ou não escutar mais o seu CD preferido que estava tocando no SEU aparelho, na Sua casa, apesar de tudo isso, você não sai até a calçada e pede para abaixar o som. Você conta até três milhões e desiste de reclamar, afinal, seus vizinhos são ótimas pessoas e vocês se dão muito bem, e deixa o CD de RAP ou Punk, ou seja lá qual for o nome que se dá para esse ritmo de música, que mais parece bateestaca tocar até que tenham se deliciado com a obra prima. Outro dia, não havendo como escutar o programa da tv, a desliguei e como estava confortavelmente instalada na sala de casa, resolvi ficar por lá mesmo e tentar ler meu exemplar da Claudia. Não consegui. O som lá fora, estava tão alto, que fui obrigada a ouvir. E o que ouvi, me deixou horrorizada. Não sou puritana, estou acostumada com músicas, piadas e conversas de duplo sentido. Mas o que eu ouvi como letra daquela música, é o fim de todas as picadas. Era a voz de uma criança, extremamente nova, num desafio a um homem e na letra eles se xingavam muito com palavrões e discutiam para que se chegasse a conclusão de quem tinha "papado mais minas" e contavam os lugares pitorescos onde o fato tinha ocorrido. Nessas horas, se lembrar que vivemos em sociedade e que temos direitos e deveres iguais, passa a ser uma via de mão única. Tem gente que precisa de mais simancol. Isso não é tudo, mas por hoje, fico por aqui.

4 comentários:

Glorinha Leão disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Erika disse...

Oi Welze voce está coberta de razão, tenho este mesmo problema na rua de casa, fico estressada demais, principalmente quando ocorre à noite quando estou pronta para dormir. Acho que o que falta é educação e respeito ao próximo.
Bjs
Erika

Gina disse...

Existe uma expressão que diz: os incomodados que se mudem.
Menina, temos procurado casa para mudar, por causa de um vizinho. A maioria é excelente, sem problema algum, mas esse costuma fazer festas, com músicas de nível duvidoso e, ultimamente, contratam carros de som pra fazer homenagem aos anivesariantes. Só um detalhe: o carro chega depois de meia-noite, vários falam ao microfone e depois eles soltam fogos (meus cachorrinhos adoram essa parte...!) A última festa que deram bateu todos os recordes, só terminou por volta de 7h.
Já teve vizinho querendo chamar a polícia, porque o desrespeito é absurdo. As pessoas vão trabalhar no dia seguinte, sem terem conseguido dormir...
Bjs.

Rachel disse...

Concordo plenamente com você Welze, e até vivi situação parecida com essa do som alto, infelizmente tem certas pessoas que fazem do portão pra fora de suas casas, uma extensão da mesma, assim fica complicado né?!
Bjuss!!!