Você me julgou, e eu também lhe julguei.
Usei as pessoas ao meu redor para que isso acontecesse.
Não tive coragem de assumir que não concordava com seus atos.
Não fui sincero em dizer-lhe isso face a face.
Usei o outro.
Usei frases de efeito moral.
Coloquei-as de forma que se sentisse culpado com relação ao que fez.
Me imaginei puro e inatingível.
Dessa forma, tornei-me fio condutor da justiça.
Como não fui eu que lhe disse, não fui eu quem fiz.
Mas fui eu sim, quem pensou, articulou e até lhe fez chorar.
Todos somos condutores de pensamentos e ações.
Todos somos responsáveis pelas energias que cercam a nós e as pessoas com as quais envolvemos nossos pensamentos.
Sim, eu te julguei.
E agora, estou me julgando.
Isso eu posso, posso julgar-me.
Perdoe-me por ter lhe feito sentir a moralidade do mundo.
Perdoe-me ter feito com que as pessoas na rua apontassem você.
Perdoe-me se em muitas e em outras tantas circunstâncias, se sentiu o ultimo dos últimos.
Também já me senti assim.
E agora, que tomo consciência desse sentimento, não prometo, mas posso tentar.
Tentar não te julgar.
Perdoe-me
Aqui voce terá acesso a receitas de gostosuras, que foram previamente testadas, frases que li em algum lugar por aí, dicas de filmes, livros, lugares e outras cossitas mas.
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12 setembro 2012
02 agosto 2012
Nem tudo a gente compartilha - Pense a respeito
Hoje resolvi escrever sobre uma opinião muito particular.
Acredito que para os que perderam alguém, como eu, essa mensagem não traz conforto, e sim tristeza.
Eu não gosto da forma como algumas pessoas manifestam sua opinião contraria a um determinado assunto. Exemplo:
"Diga não ao massacre de animais" - e associa uma foto onde o animal está destroçado.
"Diga não ao cigarro" - e associa fotos de fumantes.
Entre outras barbaridades e afins.
Poxa vida, se não gosta, não compactua, não divide com o mundo.
Porque os mórbidos que sã adeptos ao "faça" tem seu objetivo alcançado cada vez que essa imagem é compartilhada. Não interessa o texto, a imagem está ali, nua e crua.
Um assunto que já tem tempo que vem me incomodando, é sobre o Câncer, claro né..
E o incomodo não ter nada a ver com negação, tem a ver com memória mesmo.
Rola no face uma mensagem que pede para compartilhar sobre se você conhece ou perdeu alguma pessoa muito importante em função de qualquer tipo de câncer...Acredito que para os que perderam alguém, como eu, essa mensagem não traz conforto, e sim tristeza.
Não é nenhum pouco confortante.
Somente traz a lembrança do tempo de dor que essa luta nos causou...
É como se publicássemos uma foto dela muito doente, pois é essa imagem que vem na mente quando leio alguma coisa nesse sentido.
Prefiro lembrar de minha mãe da forma que ela era, linda, feliz, saudável.
Ficou a saudade que é abrandada com as fotos lindas que temos dela.
Prefiro lembrar de minha mãe da forma que ela era, linda, feliz, saudável.
Ficou a saudade que é abrandada com as fotos lindas que temos dela.
Sei que nem todos farão isso, mas tenho certeza que alguns pensaram a respeito...
04 maio 2011
EITA NÓIS, VIU
Pois é né. Quando trabalhava no SENAI, era exímia datilógrafa. Era realmente um azougue. Mas o tempo passou, passou e passou, não me exigi mais nessa área e a rapidez foi prás cucuias. Mando bem, mas no meu tempo. Demoro para fazer bem feitinho. Mas esses dias está demorando demais da conta, postar no bloguinho e comentar nos que sigo. Por vários fatores. A belezinha da faxineira, passou no teclado e na mesa do computador, lustra móveis. Delícia de cheirinho de lavanda e sensação de limpeza. Só que o teclado está escorregando tanto que me vejo saindo correndo atrás do danadinho. Estou digitando e dançando ao mesmo tempo. Delícia. E por outro lado, menos gostoso e mais desgastante é a cada dois ou três blogs que entro, surgir na tela, um tal de teste de QI que teima em aparecer. Ou então uma tal de leitura das mãos. ARA ARA ARA, se eu quisesse testar meu QI não o faria pelo computador e se tivesse vontade de ter minhas mãos lidas, por aqui tem sempre umas ciganas disposta aliás, muito dispostas diga-se de passagem, a fazer esse trabalho a troco de quase nada. O problema é que não me interesso por isso e essas aparições no computador estão atrapalhando meu passeio pelos blogs. Que coisa mais chata. Enquanto não acesso o tal comercial e não fecho o dito, fica tudo travado e nada funciona. Chato não é mesmo? Mas nada que tire meu bom humor. Só demora um pouco mais. E a dança do teclado continua. Uma delícia. Está mais animado que nunca digitar por aqui. Bom dia minha gente.
01 maio 2011
ARA ARA ARA, ESSA É PRÁ CABÁ.
Aff! As vezes acho que nem é comigo. Mas acontece que é. Na sexta-feira, fiz meu passeio costumeiro pelos blogs e minhas postagens. Tudo bem. No sábado, logo pela manhã, bonitão, genro e sobrinhos foram ao encontro de motos em Serra Negra. Por motivos de falta de saúde, e para me preservar o máximo possível, não fui. Depois de muitos anos, a fio, comparecendo à esse que é um dos, se não o maior encontro de motos do Brasil, não fui. Fiquei chateada, é claro, mas com certeza, outros virão, quando eu já, de cirurgia feita e estando bem de saúde, poderei ir na boa. Mas estava até meio que triste. Com a partida deles, pela manhã, amarguei até uma invejinha, que logo, é claro, substitui com desejos de boa viagem. Para aproveitar que não contaria com a presença do bonitão aqui pela casa, contactai a faxineira que viesse dar uma garibada aqui em casa, pois estou me contendo de fazer coisas mais pesadas. Ela veio antes do almoço e fui almoçar fora com a cucla. Tudo bem, a faxina, bem feitinha, se estendeu até de tardinha. Assisti um pouco de TV e tomei meu medicamento para as cólicas intestinais que já se avizinhavam. Me deitei um pouquinho, para logo depois me levantar, tomar banho e esperar a cucla que viria fazer nosso jantar. Uma delícia de risoto de alcatre com vinho tinto. Por falar nisso, ela fez, ficou absurdamente delicioso, até para quem não curte muito risotos como eu. Logo passo a receita. Mas como falava, ficamos até tarde conversando, eu fazendo tricô, ela vendo algumas revistas e de vez em quando, dávamos uma olhadela na TV. Depois das onze da noite, ela foi para sua casa, com a incumbência de assim que chegasse lá, me ligar, dizendo estar tudo bem. Fui dormi e hoje depois das entregas dos produtos que chegaram no sábado, tratei do meu almoço, uma torta deliciosa que postarei também a receita e nhoque com molho de carne moída. Agora, só agora, liguei o computador para meu passeio. Quando fui ler os comentários da última postagem lá estava entre eles, um da Lourdes Sabioni me chamando às pressas para enviar meu endereço pois ganhei o sorteio do kit Mococa. E já estava atrasada para fazê-lo. Ara ara ara, queria tanto ganhar o tal kit, entro todo dia nos blogues e justo ontem não o fiz. Bom, acabei de mandar meu endereço. Espero que ainda dê tempo. Mas se já for tarde, realmente a culpa foi minha. Mas tudo bem. Acontece nas melhores famílias. Boa semana pra todo mundo. Merecemos.
03 março 2011
FAMÍLIA EDUCA. ESCOLA ENSINA

NÃO QUERO POLEMIZAR. SÓ ESTOU DIVAGANDO.
Nunca fui do time de pais que delegam à escola a obrigação de educar as crianças. Fui criada e criei sob a batuta do "ESCOLA ENSINA E FAMÍLIA EDUCA"
Nada contra, mas ouço cada vez com mais frequência, pais falando: - Pago caro a escola do meu filho, então exijo que ela ensine e eduque da melhor maneira.
Acho essa postura um pouco de LAVO AS MÃOS. Parece que é só pagar e cobrar.
Mas também não posso concordar, achar normal, certo ou consentir que um professor deseduque uma criança.
Digo isso pois o que presenciei ontem pela manhã me revoltou sobremaneira.
Ao passar pela Escola de Primeiro Grau, onde nesse horário estudam crianças de sete a dez anos, ouvi através dos muros, os BERROS de uma professora para um de seus alunos. Ela disse:
-VOCÊ É UM BURRO, NÃO ENTENDEU QUANDO EU DISSE QUE NÃO PODIA ESQUECER O LÁPIS HOJE? AGORA EMPRESTA UM DE SEUS AMIGOS SE É QUE UMA COISA COMO VOCÊ TEM AMIGOS AQUI.
ARA ARA ARA, voltei ao portão da Escola, entrei e fui direto à sala da diretora, conhecida minha de longa data. Ela ao me ver, me recebeu sorrindo e perguntou; -Quem de seu está conosco esse ano? Ao que respondi: -Ninguém, estou aqui como cidadã. E lhe contei o ocorrido. Ela, lívida, com cara de paisagem me disse que algo estava errado e que aquilo não era possível. Só que assim que disse isso, ouvimos mais BERROS da mesma professora, que ecoavam:
-CALEM A BOCA, NÃO AGUENTO MAIS VOCÊS!
Olhei para ela e antes que eu falasse qualquer coisa ela disse que apuraria os fatos. Que mané apurar fatos? Era evidente a falta de compostura daquela pessoa que estava ali para ensinar e tentar pelo menos contribuir para educação das crianças a ela confiadas naquele período. Saí de lá olhando para a diretora e falando que não haviam fatos a serem apurados e sim decisões a serem tomadas. E pensar que a gente sempre diz às crianças que não se ganha nada no grito e sim na educação, na gentileza.
QUE COISA FEIA, QUE PAPELÃO HEIN TIA!
Sem polêmicas. São só divagações.
Nunca fui do time de pais que delegam à escola a obrigação de educar as crianças. Fui criada e criei sob a batuta do "ESCOLA ENSINA E FAMÍLIA EDUCA"
Nada contra, mas ouço cada vez com mais frequência, pais falando: - Pago caro a escola do meu filho, então exijo que ela ensine e eduque da melhor maneira.
Acho essa postura um pouco de LAVO AS MÃOS. Parece que é só pagar e cobrar.
Mas também não posso concordar, achar normal, certo ou consentir que um professor deseduque uma criança.
Digo isso pois o que presenciei ontem pela manhã me revoltou sobremaneira.
Ao passar pela Escola de Primeiro Grau, onde nesse horário estudam crianças de sete a dez anos, ouvi através dos muros, os BERROS de uma professora para um de seus alunos. Ela disse:
-VOCÊ É UM BURRO, NÃO ENTENDEU QUANDO EU DISSE QUE NÃO PODIA ESQUECER O LÁPIS HOJE? AGORA EMPRESTA UM DE SEUS AMIGOS SE É QUE UMA COISA COMO VOCÊ TEM AMIGOS AQUI.
ARA ARA ARA, voltei ao portão da Escola, entrei e fui direto à sala da diretora, conhecida minha de longa data. Ela ao me ver, me recebeu sorrindo e perguntou; -Quem de seu está conosco esse ano? Ao que respondi: -Ninguém, estou aqui como cidadã. E lhe contei o ocorrido. Ela, lívida, com cara de paisagem me disse que algo estava errado e que aquilo não era possível. Só que assim que disse isso, ouvimos mais BERROS da mesma professora, que ecoavam:
-CALEM A BOCA, NÃO AGUENTO MAIS VOCÊS!
Olhei para ela e antes que eu falasse qualquer coisa ela disse que apuraria os fatos. Que mané apurar fatos? Era evidente a falta de compostura daquela pessoa que estava ali para ensinar e tentar pelo menos contribuir para educação das crianças a ela confiadas naquele período. Saí de lá olhando para a diretora e falando que não haviam fatos a serem apurados e sim decisões a serem tomadas. E pensar que a gente sempre diz às crianças que não se ganha nada no grito e sim na educação, na gentileza.
QUE COISA FEIA, QUE PAPELÃO HEIN TIA!
Sem polêmicas. São só divagações.
imagem anjosdacultura.
25 fevereiro 2011
OUVI POR AÍ.
Mais uma pérola que ouvi enquanto caminhava.
Uma moça na minha frente, andando num ritmo muito gostoso, disse para sua colega de caminhada: - Nas curvas, vá sempre pelo cantinho. Assim você anda menos.
ARA ARA ARA, mas não é para caminhar? Então porque andar menos? Se fizer curvas fechadas, chega mais rápido à próxima volta, mas anda menos! Daqui a pouco vão querer cortar caminho pelos canteiros e árvores. E o pior é que a outra menina, achou muito inteligente da parte dela e respondeu: -Você sempre ligada nas vantagens hein! Sabida você. Ô se é.
Não entendi nada.
Uma moça na minha frente, andando num ritmo muito gostoso, disse para sua colega de caminhada: - Nas curvas, vá sempre pelo cantinho. Assim você anda menos.
ARA ARA ARA, mas não é para caminhar? Então porque andar menos? Se fizer curvas fechadas, chega mais rápido à próxima volta, mas anda menos! Daqui a pouco vão querer cortar caminho pelos canteiros e árvores. E o pior é que a outra menina, achou muito inteligente da parte dela e respondeu: -Você sempre ligada nas vantagens hein! Sabida você. Ô se é.
Não entendi nada.
21 janeiro 2011
A GENTE OUVE CADA UMA!
Dia desses conversando com uma seguidora do blog e conhecida, me sai ela com essa: -Acho incrível essa sua contagem regressiva. Pra chegar aos 57? Tá louca? Se fosse pra chegar aos 15, aos 21 ou até aos 30, vá lá, mas aos 57? Tudo bem que sua vida seja legal. Tem uma família legal, mas daí festejar a velhice, já acho que é um pouco forçado. É claro que lhe respondi o que pensava do seu comentário na hora, na boa, na brincadeira mas achei oportuno publicar aqui o que penso disso tudo. Gente que é isso? Não comemorar um aniversário, seja ele de que idade for? Como assim? A vida vai até que idade? Quem falou que depois de uma certa ou determinada idade não se pode comemorar mais? Quer dizer que depois de tal idade, a gente só faz festa para os outros? Ara ara ara, sem essa. Comigo não. O número de anos que estou comemorando, não é um número à toa. São anos que vivi. Não comemoro tanto os dias que virão, mas mais que isso, os dias que vivi. E fora isso, ADORO UMA FESTA. Todos à minha volta sabem disso. Sempre falo que em minhas festas a pessoa que mais se diverte sou seu, pois começo me divertindo com os preparativos, no maior astral, alegre e saltitante (quando os esporões nos pés o deixam), participo ativamente da festa, dançando, cantando, bebendo e comendo e depois dela, até na arrumação, me lembrando de quem esteve presente, das conversas, dos elogios, dos mimos ganhos e tudo o mais. Ora, os 15, os 21 os 30, passei por todos eles. Foram demais de lindos. Sempre. Mas o que me interessa mesmo, é o atual. O que está chegando. Me emociona ver que tantos queridos entrem aqui para dizerem que estão na contagem comigo. O cordão da CONTAGEM REGRESSIVA, está cada mais grosso. Alegria é o que não falta. No ano que vem, se tudo correr bem e há de correr, quero me lembrar de todos os dias que passei, que vivi nesse ano, no meu 57 e com muita alegria fazer nova contagem regressiva para os 58. ÊBA! A festa nunca termina. Pra mim, não. De jeito nenhum.
25 agosto 2010
VOLTEI PARA MAIS UM DEDINHO DE PROSA
Hoje no restaurante onde almocei, sentei-me perto de um aparelho de TV. Era o horário político. Fiquei boquiaberta. Que boniteza. Que belezura. Fiquei emocionada com a irmandade. Com o respeito mútuo. Com o carinho, companheirismo e diria mais, com o amor que rola nesse horário. Não se vê em mais nenhum programa da TV seja ela aberta ou a cabo. Nem no mais meloso filme romântico. Ara, ara, ara. Pessoas que até ontem se mordiam, se estapeavam, se culpavam pelas desgraças e mazelas do país, hoje estão irmanadas num mesmo objetivo que é um cargo político. Senhores e senhoras que antes, até ontem, eram investigados por questões morais e financeiras, hoje se defendem mutuamente, um dizendo que o outro é o candidato perfeito para determinado cargo. E como são convincentes. Quase juram pelo amor de um Deus, que o antes desafeto, é o único em quem você, eleitor, pode confiar de olhos fechados se quer um governo limpo, honesto. Nem falarei dos candidatos, que isso me é totalmente desagradável. Pessoas que usam o fato de serem conhecidas publicamente para tentar uma boquinha no governo. Isso seria comédia se não fosse tão triste. Uns dançam, uns cantam, outros rebolam, outros fazem piadas, esportes, roupas, mas na virada, quem dança mesmo, e fora do ritmo, é o povo.
09 agosto 2010
SER EDUCADO ESTÁ NA MODA!
Mais um dedinho de prosa sobre conviver bem.
PEDIR CARONA TODO DIA.
Olha, a menos que você tenha um acordo, um acerto com seu parente, amigo, colega, pare de pedir carona dia sim e outro também.
Sei de pessoas que fingem estar atolados de trabalho, justo na hora de sair do emprego, só para não darem carona para seus colegas. Na maioria das vezes, quem nega carona não é mau colega não, é que não aguenta neguinho querer tirar proveito todo dia. Tem pessoas que fazem de caso pensado. Perdem o onibus de propósito só para pedirem uma carona. Uma vez ou outra, se não tirar o proprietário do carro de seu trajeto, vá lá, mas sempre, é de amargar. Pode ser que seu amigo não queira vir direto para casa, mas não quer que saibam onde ele vai, ou ele quer levar uma pessoa e a outra não, ou simplesmente, não quer companhia, aquele dia, não. Quer vir só, com seus pensamentos. Aí então, na hora que ele se encaminha para seu carro, já pensando em entrar nele e chegar logo em casa, dá de cara com o cidadão que insiste em vir todo dia com ele. Não espera convite. É insistente. É um grude. Ara ara ara, deixe o colega em paz. Espere pelo convite se for o caso. Converse com seus colegas. Pergunte se não se interessam pela carona solidária, cada dia um vai com seu carro e leva os outros. Mas, CADA DIA UM VAI COM SEU CARRO. É uma boa essa atitude. Só não vale tirar o corpo no dia que for para usar seu carro hein! Ou então, use onibus mesmo. É gostoso, você vai e vem admirando a paisagem, se quer conversar , fala com quem está do lado, se não quer, vem na companhia de seus pensamentos. O que não valer é querer filar uma caroninha todo dia.
PEDIR CARONA TODO DIA.
Olha, a menos que você tenha um acordo, um acerto com seu parente, amigo, colega, pare de pedir carona dia sim e outro também.
Sei de pessoas que fingem estar atolados de trabalho, justo na hora de sair do emprego, só para não darem carona para seus colegas. Na maioria das vezes, quem nega carona não é mau colega não, é que não aguenta neguinho querer tirar proveito todo dia. Tem pessoas que fazem de caso pensado. Perdem o onibus de propósito só para pedirem uma carona. Uma vez ou outra, se não tirar o proprietário do carro de seu trajeto, vá lá, mas sempre, é de amargar. Pode ser que seu amigo não queira vir direto para casa, mas não quer que saibam onde ele vai, ou ele quer levar uma pessoa e a outra não, ou simplesmente, não quer companhia, aquele dia, não. Quer vir só, com seus pensamentos. Aí então, na hora que ele se encaminha para seu carro, já pensando em entrar nele e chegar logo em casa, dá de cara com o cidadão que insiste em vir todo dia com ele. Não espera convite. É insistente. É um grude. Ara ara ara, deixe o colega em paz. Espere pelo convite se for o caso. Converse com seus colegas. Pergunte se não se interessam pela carona solidária, cada dia um vai com seu carro e leva os outros. Mas, CADA DIA UM VAI COM SEU CARRO. É uma boa essa atitude. Só não vale tirar o corpo no dia que for para usar seu carro hein! Ou então, use onibus mesmo. É gostoso, você vai e vem admirando a paisagem, se quer conversar , fala com quem está do lado, se não quer, vem na companhia de seus pensamentos. O que não valer é querer filar uma caroninha todo dia.
05 agosto 2010
NÃO DÁ PARA NÃO FALAR
Sei que já toquei nesse assunto aqui, mas não consigo deixar de falar novamente. Estou com raiva e muito triste com o que está acontecendo no comércio e nas ruas da minha cidade. Quem conhece Sorocaba, cidade grande do interior de São Paulo, muito próxima da capital, sabe que aqui tem muita chance de trabalho, ótimas escolas, indústrias à todo vapor de todo ramo de atividade. Isso chama muita gente. É bom, mas nem tanto. Tem muita gente que se sente o bambambam, o dono da cocada preta, desfaz da cidade e dos moradoraes que lhe acolheram retribuindo as boas vindas com má educação no transito, no trato com as pessoas e mais algumas coisinhas do cotidiano. Isso é muito triste. Mas o que me deixa mais raivosa, é o fato de estarem aparecendo do dia para noite, mais e mais lojinhas de utilidades domésticas e presentes, como são chamadas, de asiáticos. Nada teria contra esse povo que trabalha pra caramba, se reergueu após guerras, são unidos, tudo isso é inegável, mas o que eles estão fazendo com o comércio de Sorocaba, é de amargar. Estão assolando nossas ruas com lojas e mais lojas. Onde antes era uma tradicional loja que passou de geração para geração, num piscar de olhos surge uma nova loja de PLESENTES, onde o atendimento é humilhante. Se não vejam: é mole você entrar numa loja, ser PERSEGUIDA de muito perto por um asiático que não lhe responde nenhuma pergunta, não fala a sua língua e nem olha nos seus olhos? ARA ARA ARA, é de ficar danada da vida ou não é? O pior é que não se acha mais os artigos vendidos nessas lojas em outras que não sejam de seus patrícios. Eles tomaram conta de tudo. Espero que pelo menos, de quem eles compraram o ponto comercial, nossos antigos lojistas, não tenham sido tão maltratados por eles. Espero que nossos amigos tenham sido tratados com respeito e muita, mas muita mesmo honestidade. Ontem fui atendida por dois indivíduos nessas lojas que depois de gritarem PLÓCIMO!, para quem estava na fila para efetuar o pagamento, não olhou nem uma vez nem de soslaio para receber e entregar o dinheiro. É um pouco caso de amargar. Se pudesse não voltaria mais nessas lojas, mas vira e mexe preciso de alguma coisinha que sei só encontrar lá e assim lá vou eu para mais uma desagradável compra.
04 agosto 2010
SER EDUCADO ESTÁ NA MODA!
Só uma passadinha rápida por aqui, mas não podia deixar de fazer um comentário sobre uma conversa que uma amiga e eu tivemos outro dia. Mais uma pérola que entra para essa galeria.
NÃO TOME COTA DO CONTROLE REMOTO DE APARELHO DE SOM, TV E DO GÊNERO, NA CASA DE OUTRAS PESSOAS.
É costume aqui em casa, quando de uma reunião, não ligarmos a TV e sim nos deliciarmos com um som gostoso que atenda senão o gosto de todos, pelo menos o da maioria. Tem até convidados ou melhor dizendo, participantes da reunião que trazem de casa (à pedidos) seus CDs e nos deliciamos com eles. Tudo muito bom.
Mas nem tudo são flores. Tem sempre um afoito por determinados programas de TV, ou novelas, futebol, ou seu lá mais o que, que insiste em que se ligue a dita, mudando assim o foco da festa e quase sempre o lugar onde ela estava sendo realizada. Não curto muito isso não. Não assisto novelas, por escolha e gosto, mas não sou contra. Só que, você estar fazendo uma reuniãozinha, todos conversando animadamente, uma música de fundo tocando legal, aí vem neguinho e pede para ligar a TV para assistir a decisão de um campeonato de futebol, o último capítulo de novela, ou eliminação de algum integrante de algum realite show(?), ou a final desses programas para ver quem foi o felizardo que ficou milionário, ara ara ara. Isso não é coisa que se faça na casa de ninguém, nunca. Ou então, nem se trata de reunião, mas sim, apenas de uma visita à casa de alguém e a TV continua ligada. As vezes isso acontece. É difícil acontecer em casa, mas acontece. Mas, vai que o visitante pede para mudar de canal insistindo que lá passa um programa melhor e que aquele que está sendo assistido é uma porcaria. Ara ara ara de novo! Se o dono da casa está sintonizando aquele programa é porque gosta daquela porcaria. Afinal, como o mundo está cansado de saber, GOSTO NÃO SE DISCUTE. Educação já é um ponto a ser discutido. Sempre é tempo para se aprender. Nada como ser educado para entrar na moda.
NÃO TOME COTA DO CONTROLE REMOTO DE APARELHO DE SOM, TV E DO GÊNERO, NA CASA DE OUTRAS PESSOAS.
É costume aqui em casa, quando de uma reunião, não ligarmos a TV e sim nos deliciarmos com um som gostoso que atenda senão o gosto de todos, pelo menos o da maioria. Tem até convidados ou melhor dizendo, participantes da reunião que trazem de casa (à pedidos) seus CDs e nos deliciamos com eles. Tudo muito bom.
Mas nem tudo são flores. Tem sempre um afoito por determinados programas de TV, ou novelas, futebol, ou seu lá mais o que, que insiste em que se ligue a dita, mudando assim o foco da festa e quase sempre o lugar onde ela estava sendo realizada. Não curto muito isso não. Não assisto novelas, por escolha e gosto, mas não sou contra. Só que, você estar fazendo uma reuniãozinha, todos conversando animadamente, uma música de fundo tocando legal, aí vem neguinho e pede para ligar a TV para assistir a decisão de um campeonato de futebol, o último capítulo de novela, ou eliminação de algum integrante de algum realite show(?), ou a final desses programas para ver quem foi o felizardo que ficou milionário, ara ara ara. Isso não é coisa que se faça na casa de ninguém, nunca. Ou então, nem se trata de reunião, mas sim, apenas de uma visita à casa de alguém e a TV continua ligada. As vezes isso acontece. É difícil acontecer em casa, mas acontece. Mas, vai que o visitante pede para mudar de canal insistindo que lá passa um programa melhor e que aquele que está sendo assistido é uma porcaria. Ara ara ara de novo! Se o dono da casa está sintonizando aquele programa é porque gosta daquela porcaria. Afinal, como o mundo está cansado de saber, GOSTO NÃO SE DISCUTE. Educação já é um ponto a ser discutido. Sempre é tempo para se aprender. Nada como ser educado para entrar na moda.
30 julho 2010
ARA! ARA! ARA!
É MUITO REVOLTANTE!
Logo pela manhã, assistindo ao telejornal, me surpreendi com uma notícia no mínimo bizarra, para não dizer desagradável. Em Igaraçu do Tietê, cidade vizinha a bela Barra Bonita, uma dona de casa com 37 anos, que aumenta a renda familiar fazendo pães, lindos, diga-se de passagem, estava participando de um concurso para preenchimento de uma vaga de merendeira em uma escola na rede municipal. Já havia feito e sido aprovada no exame escrito o que lhe deu o direito de fazer o exame prático. Mas, não pode, foi impedida de fazer o referido exame, pois ao se apresentar para fazê-lo, não estava em concordância com o edital do tal exame. Ela estava com um sapato de salto baixo, fechado, como requeria o edital, mas estava calçada com um sapatinho muito simples para aquele importante, elegante, charmoso exame. Não parece piada? A dona de casa foi barrada, não deixaram que ela fizesse o exame prático por estar com um sapato já não novo, muito simples, apesar de ser como mandava o figurino, um sapato fechado e de salto baixo. Não é para ir até o local do exame e soltar uma bomba para acordar e trazer à realidade aqueles que lá se encontram para examinar as candidatas? É de perder a fé na humanidade. Nos valorosos e conceituados edis. Senhores esses que estão lá por voto de pessoas como essa senhora. É revoltante. O prefeito foi procurado, mas claro, se furtou a dar entrevista ou explicações. Mas também, explicar o que? Que possivelmente ele ou algum outro funcionário da casa já tinham uma pretendente para o cargo? Me desculpem mas só posso pensar nisso. Ficaram com medo da concorrência dessa senhora e inventaram, precisavam inventar um motivo para barrá-la e conseguiram. Gostaria muito de ir até essa cidadesinha, procurar pelos responsáveis por essa humilhação pela qual passou essa eleitora e ouvir o que eles tem a dizer. Por outro lado, gente de IGARAÇU DO TIETÊ, arregassem as mangas, saiam sem defesa dessa senhora, façam valer os direitos dela e por tabela, os seus direitos, façam panelaço, apitaço, barulhaço ou qualquer outro movimento pois os próximos humilhados, injustiçados podem ser vocês.
Logo pela manhã, assistindo ao telejornal, me surpreendi com uma notícia no mínimo bizarra, para não dizer desagradável. Em Igaraçu do Tietê, cidade vizinha a bela Barra Bonita, uma dona de casa com 37 anos, que aumenta a renda familiar fazendo pães, lindos, diga-se de passagem, estava participando de um concurso para preenchimento de uma vaga de merendeira em uma escola na rede municipal. Já havia feito e sido aprovada no exame escrito o que lhe deu o direito de fazer o exame prático. Mas, não pode, foi impedida de fazer o referido exame, pois ao se apresentar para fazê-lo, não estava em concordância com o edital do tal exame. Ela estava com um sapato de salto baixo, fechado, como requeria o edital, mas estava calçada com um sapatinho muito simples para aquele importante, elegante, charmoso exame. Não parece piada? A dona de casa foi barrada, não deixaram que ela fizesse o exame prático por estar com um sapato já não novo, muito simples, apesar de ser como mandava o figurino, um sapato fechado e de salto baixo. Não é para ir até o local do exame e soltar uma bomba para acordar e trazer à realidade aqueles que lá se encontram para examinar as candidatas? É de perder a fé na humanidade. Nos valorosos e conceituados edis. Senhores esses que estão lá por voto de pessoas como essa senhora. É revoltante. O prefeito foi procurado, mas claro, se furtou a dar entrevista ou explicações. Mas também, explicar o que? Que possivelmente ele ou algum outro funcionário da casa já tinham uma pretendente para o cargo? Me desculpem mas só posso pensar nisso. Ficaram com medo da concorrência dessa senhora e inventaram, precisavam inventar um motivo para barrá-la e conseguiram. Gostaria muito de ir até essa cidadesinha, procurar pelos responsáveis por essa humilhação pela qual passou essa eleitora e ouvir o que eles tem a dizer. Por outro lado, gente de IGARAÇU DO TIETÊ, arregassem as mangas, saiam sem defesa dessa senhora, façam valer os direitos dela e por tabela, os seus direitos, façam panelaço, apitaço, barulhaço ou qualquer outro movimento pois os próximos humilhados, injustiçados podem ser vocês.
28 julho 2010
ARA! ARA! ARA!
Realmente SIMANCOL(?) é uma moda à qual muita (mais) gente deveria aderir. Pelos comentários que estou recebendo alusivos aos posts deste marcador, tem pessoas que nunca ouviram falar em bom senso, ou no bom e velho SIMANCOL. Isso me anima a escrever mais sobre pequeninas atitudes que fazem a diferença num bom e saudável relacionamento. Então, lá vai mais uma dica.
NÃO PAGAR SEMPRE A MENOR PARTE DE UMA CONTA QUE ESTÁ SENDO DIVIDIDA.
Tem gente que vai com uma turma à barzinhos, lanchonetes, restaurantes e afins, bebe e come prá mais de metro, se delicia com a companhia dos amigos, mas na hora de pagar a conta parece que tem escorpião no bolso, como diz o bonitão. Então, como quem não quer nada, fica só esperando que todos coloquem o dinheiro na roda, as vezes, tem até a pachorra de contar e quando estiver faltando uma mínima parte, aí então saca de sua carteira e dá o que está faltando. Na maioria das vezes, um mínimo. Quando não, recolhe o dinheiro, embolsa o mesmo e diz que vai pagar com cartão para ficar com o dinheiro, pois está sem nenhum. Uma ou outra vez fazer isso, é normal, mas tem gente que já faz de caso pensado. Sabe que a maioria não divide exatamente a conta, cada um dá um pouquinho a mais, então neguinho fica só esperando a hora de pagar menos. ARA ARA ARA, pare com isso. Você comeu? Você bebeu? Se divertiu? Usufruiu da companhia, de uma ótima companhia? Então pare de ser muquirana e pague pelo menos o justo. Fica bom para todo mundo. Você pode pensar que ninguém repara na sua atitude, mas pode ter certeza que ela e você viram assuntos para longas reclamações entre os amigos. Sejamos justos também na hora de acertar a conta das cervejinhas. É uma delícia!
NÃO PAGAR SEMPRE A MENOR PARTE DE UMA CONTA QUE ESTÁ SENDO DIVIDIDA.
Tem gente que vai com uma turma à barzinhos, lanchonetes, restaurantes e afins, bebe e come prá mais de metro, se delicia com a companhia dos amigos, mas na hora de pagar a conta parece que tem escorpião no bolso, como diz o bonitão. Então, como quem não quer nada, fica só esperando que todos coloquem o dinheiro na roda, as vezes, tem até a pachorra de contar e quando estiver faltando uma mínima parte, aí então saca de sua carteira e dá o que está faltando. Na maioria das vezes, um mínimo. Quando não, recolhe o dinheiro, embolsa o mesmo e diz que vai pagar com cartão para ficar com o dinheiro, pois está sem nenhum. Uma ou outra vez fazer isso, é normal, mas tem gente que já faz de caso pensado. Sabe que a maioria não divide exatamente a conta, cada um dá um pouquinho a mais, então neguinho fica só esperando a hora de pagar menos. ARA ARA ARA, pare com isso. Você comeu? Você bebeu? Se divertiu? Usufruiu da companhia, de uma ótima companhia? Então pare de ser muquirana e pague pelo menos o justo. Fica bom para todo mundo. Você pode pensar que ninguém repara na sua atitude, mas pode ter certeza que ela e você viram assuntos para longas reclamações entre os amigos. Sejamos justos também na hora de acertar a conta das cervejinhas. É uma delícia!
22 julho 2010
ARA! ARA! ARA!
Tem coisa que acontece com a gente ou com os nossos que nos deixam furiosos. Coisas que deveriam ou poderiam não acontecer. Como por exemplo o bendito descaso com que os atendentes e médicos dos postos de saúde tratam quem aparece por lá. Logo de início, já critico uma falta de seleção no atendimento. Penso que deveria ter na recepção, onde o doente, sim porque não acho que quem não está doente vá até um lugar desses. Ou pelo menos não deveria ir. Mas como estava falando, deveria ter no ato do preenchimento da ficha de atendimento, uma pessoa qualificada que observasse a real necessidade de atendimento para quem o está procurando. É de lascar o número de pessoas que procuram esses serviços para fugirem de seus trabalhos. Ficam horas nesses centros de atendimento médico, simulam uma dor qualquer e pedem atestado ou declaração de comparecimento ao serviço de saúde. Além de atulharem os locais de espera, dificultam enormemente o atendimento médico para quem realmente está necessitado. Se houvesse uma triagem com certeza muita gente não apareceria por lá. Outra coisa que tem que parar urgentemente, é o fato dos atendentes e médicos acharem, agirem e nos tratarem, como se o atendimento a nós concedido, fosse de graça. Como se eles estivessem nos fazendo um favor em nos atender. ARA ARA ARA. Será que eles se esquecem que diariamente pagamos por aquele trabalho, aquele atendimento? E os impostos que pagamos? Será que eles são tão desinformados que não sabem que o Brasil é o país que cobra os mais altos impostos de seus cidadãos? Ou eles tem memória tão curta que se esquecem disso? Fui com o Bruno, meu filho, num posto de atendimento médico da rede pública, perto de casa, na segunda-feira passada, pois ele caiu e bateu com força o rosto no chão. Ele trabalhou no período da manhã, mas depois do almoço, com a chegada de seu superior, este vendo a situação de seu rosto, sugeriu que fosse ao Posto de Saúde para tirar uma radiografia da cabeça, para ficarmos mais tranquilos. Fomos, chegamos lá exatamente 13h21min. Saímos de lá as 17h45min. sem que ele fosse atendido. Nem sequer queriam nos fornecer uma declaração de comparecimento e falta de atendimento. Aí foi demais para nossa paciência. Não sou de rodar a baiana nem proferir palavrões nem mesmo de falar alto em público. Mas foi demais da conta. Ficamos esse tempo todo lá por precisar dessa declaração de comparecimento e atendimento é claro, pois seria de praxe trazer o tal documento para a firma que Bruno trabalha. Tivemos de nos indispor com as atendentes para conseguir a tal declaração que muito a contra gosto, depois de mil telefonemas, uma delas disse com o maior pouco caso do mundo, que faria para o Bruno. Eu lhe disse que não só para o Bruno, mas para quem precisasse. É de matar de raiva. A pessoa que realmente estiver doente e procurar um desses atendimentos, sai mais doente ainda. Felizmente, Bruno já foi atendido, é claro, por médicos competentes e está tudo bem. Mas poderia não estar e a demora ou melhor, o não pronto atendimento, poderia ter causado algum dano à sua saúde. E nós, pagando impostos até para respirar. ARA ARA ARA, que coisa triste.
14 julho 2010
ARA! ARA! ARA!
Mais uma reclamação para minha coleção.
Não sei vocês, mas estou tento uma certa dificuldade em postar comentários nos blogs que sigo. Não em todos, mas naqueles que necessito fazer verificação de letras. O número de letras tem aumentado pra caramba. É um vai e vem danado até que veja a mensagem de comentário postado. Sei não, mas acho que não é problema no meu computador não. Faço o comentário, aí vou para a verificação das letras. Então começam os problemas. Mesmo que digite as tais letrinhas de acordo com o pedido, sai uma mensagem em vermelho dizendo que as letras não conferem. Novo grupo de letras, nova tentativa e a mesma mensagem. De novo e tudo se repete. Quase estava fotografando as tais letras e minha digitação para postar aqui para verem que não é onda minha. Depois de algumas tentativas e um acerto, começa novo vai e vem. A janelinha, nem sei se é assim que se chama aquele quadradinho onde se faz o comentário, mas dou a ele esse nome, então a tal janelinha desaparece, demora um bocado, aparece em cima, rolo até ela novamente, escolho o perfil que já tinha escolhido mas foi ignorado, a janela some de novo, vou onde ela está, clico outra vez em postar comentário, tudo de novo some, espero um bocado maior e então surge a mensagem que meu comentário será ou foi publicado. QUE ENROLAÇÃO. As vezes desisto de postar um comentário pela demora. Não deixo de visitar nenhum dos meus blogs queridos, mas as vezes fica meio que demorado demais postar o comentário. Peço que me desculpem por isso. Mas está de amargar. Ara ara ara, que enrolação!
Não sei vocês, mas estou tento uma certa dificuldade em postar comentários nos blogs que sigo. Não em todos, mas naqueles que necessito fazer verificação de letras. O número de letras tem aumentado pra caramba. É um vai e vem danado até que veja a mensagem de comentário postado. Sei não, mas acho que não é problema no meu computador não. Faço o comentário, aí vou para a verificação das letras. Então começam os problemas. Mesmo que digite as tais letrinhas de acordo com o pedido, sai uma mensagem em vermelho dizendo que as letras não conferem. Novo grupo de letras, nova tentativa e a mesma mensagem. De novo e tudo se repete. Quase estava fotografando as tais letras e minha digitação para postar aqui para verem que não é onda minha. Depois de algumas tentativas e um acerto, começa novo vai e vem. A janelinha, nem sei se é assim que se chama aquele quadradinho onde se faz o comentário, mas dou a ele esse nome, então a tal janelinha desaparece, demora um bocado, aparece em cima, rolo até ela novamente, escolho o perfil que já tinha escolhido mas foi ignorado, a janela some de novo, vou onde ela está, clico outra vez em postar comentário, tudo de novo some, espero um bocado maior e então surge a mensagem que meu comentário será ou foi publicado. QUE ENROLAÇÃO. As vezes desisto de postar um comentário pela demora. Não deixo de visitar nenhum dos meus blogs queridos, mas as vezes fica meio que demorado demais postar o comentário. Peço que me desculpem por isso. Mas está de amargar. Ara ara ara, que enrolação!
07 julho 2010
ARA! ARA! ARA!
Mais uma pérola para postar nesse marcador.
Estava eu outro dia, pela manhã, na tranquilidade do meu quintal esperando a roupa bater na máquina de lavar e ouvindo rádio, adoro isso, pois gosto muito da surpresa das músicas, é diferente de você colocar um CD para tocar. Ouvindo pelo rádio, além da diversificação de opções, tem a surpresa. Aí você ouve aquela música e diz, QUANTO TEMPO NÃO OUVIA ESSA MÚSICA!, ou ADORO ESSA MÚSICA!, ou ESTAVA PENSANDO NESSA MÚSICA! Por esses motivos, escuto mais rádio do que coloco CDs para ouvir. Mas como estava dizendo, gosto de rádio, mas não suporto as propagandas. Ai credo! É de amargar. O operador de som aumenta muito o voluma nos horários comerciais e é um horror. Tem gente que nessa hora, muda de estação ou de canal, mas eu não. Fiquei ali ouvindo aquela gritaria. Uma propaganda, um reclame, como se dizia, me chamou a atenção. Era de uma butique de calçados e acessórios finos. Está em liquidação. Uma grande promoção, como dizia a propaganda. Você compra dois pares de sapatos e ganha, à sua escolha, outro par, completamente grátis. A julgar pela mercadoria vendida nessa loja, seria um bom negócio. Muito bem, depois da roupa no varal, fui para a parte da frente de casa lavar a área, quando uma vizinha passou, parou e demos uns dedinhos de prosa. Foi quando por coincidência ela falou que estava indo para o centro da cidade comprar ou pelo menos dar uma olhada em preços de sapatos para uma festa que se aproximava. Falei-lhe a respeito da loja em promoção, cujo comercial escutei na rádio e ela me vem com essa:- É uma enganação da propaganda. Essa loja, estipula um valor mínimo para a tal compra e como não bastasse, orienta você a escolher numa determinada vitrine, o para a o qual você faz jus dentro da promoção. Então não é bem que você compra dois pares e ganha um, à sua escolha e bel prazer. É uma espécie de empurrometro daqueles calçados que já não são tão procurados. Nada contra. Cada lojista com sua politica de venda. Mas não devia enganar na propaganda. Ara, ara, ara, que coisa feia. Fazer neguinho despencar na loja, que fica bem longe do centro comercial, para chegar lá e verificar que não é bem como o anunciado? Pode não.
Estava eu outro dia, pela manhã, na tranquilidade do meu quintal esperando a roupa bater na máquina de lavar e ouvindo rádio, adoro isso, pois gosto muito da surpresa das músicas, é diferente de você colocar um CD para tocar. Ouvindo pelo rádio, além da diversificação de opções, tem a surpresa. Aí você ouve aquela música e diz, QUANTO TEMPO NÃO OUVIA ESSA MÚSICA!, ou ADORO ESSA MÚSICA!, ou ESTAVA PENSANDO NESSA MÚSICA! Por esses motivos, escuto mais rádio do que coloco CDs para ouvir. Mas como estava dizendo, gosto de rádio, mas não suporto as propagandas. Ai credo! É de amargar. O operador de som aumenta muito o voluma nos horários comerciais e é um horror. Tem gente que nessa hora, muda de estação ou de canal, mas eu não. Fiquei ali ouvindo aquela gritaria. Uma propaganda, um reclame, como se dizia, me chamou a atenção. Era de uma butique de calçados e acessórios finos. Está em liquidação. Uma grande promoção, como dizia a propaganda. Você compra dois pares de sapatos e ganha, à sua escolha, outro par, completamente grátis. A julgar pela mercadoria vendida nessa loja, seria um bom negócio. Muito bem, depois da roupa no varal, fui para a parte da frente de casa lavar a área, quando uma vizinha passou, parou e demos uns dedinhos de prosa. Foi quando por coincidência ela falou que estava indo para o centro da cidade comprar ou pelo menos dar uma olhada em preços de sapatos para uma festa que se aproximava. Falei-lhe a respeito da loja em promoção, cujo comercial escutei na rádio e ela me vem com essa:- É uma enganação da propaganda. Essa loja, estipula um valor mínimo para a tal compra e como não bastasse, orienta você a escolher numa determinada vitrine, o para a o qual você faz jus dentro da promoção. Então não é bem que você compra dois pares e ganha um, à sua escolha e bel prazer. É uma espécie de empurrometro daqueles calçados que já não são tão procurados. Nada contra. Cada lojista com sua politica de venda. Mas não devia enganar na propaganda. Ara, ara, ara, que coisa feia. Fazer neguinho despencar na loja, que fica bem longe do centro comercial, para chegar lá e verificar que não é bem como o anunciado? Pode não.
05 julho 2010
ARA ! ARA! ARA!
Essa "expressão", que minha mãe usava muito, não tem tradução, é claro. Mas entra no lugar por exemplo de: AH, TENHA DÓ, FAÇA-ME O FAVOR. TÁ DE BRINCADEIRA NÉ? NÃO ACREDITO, e outras que todo mundo usa para expressar sua desconfiança, indignação, chateação com alguém ou alguma coisa.
Começo hoje esse marcador, para deixar aqui registrado algumas coisinhas que me incomodam. Não quero com isso, lançar moda, ser formadora de opinião, muito menos ser seguida em meu conceito. Apenas escrever aqui, sobre algo que me incomoda e que gostaria que mudasse.
Não gosto, por exemplo quando eu tenho zilhões de receitas de um determinado prato, um bolo de coco, por exemplo, mas esteja querendo algo novo. Uma receita que não tenha feito ainda. Alguma dica valiosa. O "pulo do gato" em BOLO DE COCO. Perambulo por meus livros novos e antigos de receitas, nada que me apeteça. Vou ao Google e peço: RECEITA DE BOLO DE COCO. Nossa! Aparecem dois zilhões de receitas. Muitas, parecidas com as minhas, outras iguais, inclusive que já tem a minha idade e neguinho colocando créditos como sendo inventor da receita, mas isso, vamos deixar pra lá, não vem ao caso, pelo menos por enquanto. Aí uma receita chama a minha atenção, por ser declarada a MELHOR RECEITA DE BOLO DE COCO DA INTERNET. Clico alí e espero ver a maravilha do mundo culinário. Começam a aparecer fotos, desenhos, ouço música, enfim, todas as maravilhas que a internet disponibiliza para quem sabe lidar com ela e tirar proveito. Pois bem. Finalmente abre a tela com a receita. Na foto o bolo está apetitoso. Um espetáculo. Vou direto aos ingredientes. Aí cai por terra minha animação dando lugar a uma bronca danada. Entre os ingredientes costumeiros está em negrito e letras garrafais: 1 colher de café de ESSÊNCIA DE COCO. ARA ARA ARA! Tenha paciência. Eu quero bolo de coco e não de essência de coco. Acho até um disparate num país onde se encontra o ano todo, coco in natura, verde e seco, fazer uso de essência de. É meio que enganação. É claro que tem preparação, como um chantili sabor de coco, por exemplo, que manda melhor uma essência do que a fruta, mas bolo? Ah, peraí. Gosto disso não. Se você mora em um lugar que não tenha a fruta ao "vivo", ou não encontre em um supermercado ou armazém ou padaria, ou sei lá, algum comércio perto de você, vá lá. Mas ai também não seria meio que difícil achar a tal essência? Pelo menos por aqui, onde tem essência, tem coco ralado de pacotinho. Não gostei. Por esse motivo está aqui no ARA ARA ARA!, a tal receita de bolo de coco. Mais uma vez, nada contra quem prefere a essência. Mas acho que deveria constar no título da receita que a mesma pede ESSÊNCIA SABOR DE COCO.
Começo hoje esse marcador, para deixar aqui registrado algumas coisinhas que me incomodam. Não quero com isso, lançar moda, ser formadora de opinião, muito menos ser seguida em meu conceito. Apenas escrever aqui, sobre algo que me incomoda e que gostaria que mudasse.
Não gosto, por exemplo quando eu tenho zilhões de receitas de um determinado prato, um bolo de coco, por exemplo, mas esteja querendo algo novo. Uma receita que não tenha feito ainda. Alguma dica valiosa. O "pulo do gato" em BOLO DE COCO. Perambulo por meus livros novos e antigos de receitas, nada que me apeteça. Vou ao Google e peço: RECEITA DE BOLO DE COCO. Nossa! Aparecem dois zilhões de receitas. Muitas, parecidas com as minhas, outras iguais, inclusive que já tem a minha idade e neguinho colocando créditos como sendo inventor da receita, mas isso, vamos deixar pra lá, não vem ao caso, pelo menos por enquanto. Aí uma receita chama a minha atenção, por ser declarada a MELHOR RECEITA DE BOLO DE COCO DA INTERNET. Clico alí e espero ver a maravilha do mundo culinário. Começam a aparecer fotos, desenhos, ouço música, enfim, todas as maravilhas que a internet disponibiliza para quem sabe lidar com ela e tirar proveito. Pois bem. Finalmente abre a tela com a receita. Na foto o bolo está apetitoso. Um espetáculo. Vou direto aos ingredientes. Aí cai por terra minha animação dando lugar a uma bronca danada. Entre os ingredientes costumeiros está em negrito e letras garrafais: 1 colher de café de ESSÊNCIA DE COCO. ARA ARA ARA! Tenha paciência. Eu quero bolo de coco e não de essência de coco. Acho até um disparate num país onde se encontra o ano todo, coco in natura, verde e seco, fazer uso de essência de. É meio que enganação. É claro que tem preparação, como um chantili sabor de coco, por exemplo, que manda melhor uma essência do que a fruta, mas bolo? Ah, peraí. Gosto disso não. Se você mora em um lugar que não tenha a fruta ao "vivo", ou não encontre em um supermercado ou armazém ou padaria, ou sei lá, algum comércio perto de você, vá lá. Mas ai também não seria meio que difícil achar a tal essência? Pelo menos por aqui, onde tem essência, tem coco ralado de pacotinho. Não gostei. Por esse motivo está aqui no ARA ARA ARA!, a tal receita de bolo de coco. Mais uma vez, nada contra quem prefere a essência. Mas acho que deveria constar no título da receita que a mesma pede ESSÊNCIA SABOR DE COCO.
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