Mostrando postagens com marcador minha casa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador minha casa. Mostrar todas as postagens

29 abril 2011

EITA CRIANÇADA!



Essas belezinhas são mamãe e bebês da minha pitangueira. Um dos bebês, muito acanhado, ficou de bumbum virado para a câmera na hora da foto. Eles, os bebês, fizeram seu primeiro voo solo no domingo de Páscoa. Um belo dia para ganhar a liberdade. Mas, como dizem, quem não tem competência, não se estabelece. Eles se julgaram muito adultos, muito senhores de si e começaram pouco a pouco a abandonar o ninho. Tudo bem e certo, só que o tempo virou, esfriou, veio um pouco de chuva, e aí? O que fazer? Voltar ao ninho? E pagar esse mico com os já companheirinhos de voos? Jamais. Então, encontrei os dois bebês, já quase tão grandes como a mamãe, mas quase sem rabo e não tão lindos como ela, a procurar alimentos pelo chão do meu quintal. Fui aos poucos me achegando, conversando, dando conselhos para que voltassem ao ninho pois a mamãe ainda estava por lá à espera deles e consegui convencê-los. Foi um apuro, pois eles tão grandes, mais a mamãe, não cabiam no ninho minúsculo construído por ela. Mas deram um jeito e se ajeitaram por lá. Dias desces, mais uma vez eles no chão. Mais andando que voando e sem a supervisão da mamãe. Não tive outra alternativa senão colocar, bem suavemente para não espantá-los, uma vasilhinha com comida de passarinho, vitamina e alpiste para eles. Não se fizeram de rogados e atacaram o banquete. Hoje ainda não apareceram por lá. Mas se voltarem encontrarão mais alguma coisinha para eles. Belezinha esses meus amiguinhos.

17 abril 2011

NASCERAM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mais uma maneira linda demais da conta de começar o dia. NASCERAM OS FILHOTINHOS DA PASSARINHA DA MINHA PITANGUEIRA. É claro que a foto ao lado não é da minha mamãe, pois agora tenho que preservá-la. Agora é o momento dela. Ainda ontem à noite, quanto estávamos no quintal, nós, cucla e marido, fazendo um churrasquinho, estávamos de olho nela. Tudo estava correndo bem. Hoje, logo cedinho, bonitão foi dar uma olhadinha de longe, para não incomodar a mamãe e percebeu que ela me mexia muito. Me chamou para ver, pois achava que os bebês já haviam nascido. Quando cheguei perto, pude observar um deles, não sabemos quantos são, mas um deles com o bico aberto como se fosse uma flor, esperando pelo alimento que a mamãe lhe trazia. Ô natureza rica! Coisa do Criador. Tratamos logo de colocar cadeiras de praia, bem macias embaixo do ninho, para a possibilidade de um dos novos amiguinhos caírem no chão. Se isso acontecer, acho que estarão seguros com nossa preparação. Depois, vejo se consigo tirar, de longe é claro, alguma foto dos bebês. Por enquanto, não chegaremos mais perto. Vigiarei da janela do meu quarto para se necessário, intervir, caso haja alguma queda dos pequenos, mas por enquanto, só de longe. O momento é da mamãe e dos bebês. Estou nas nuvens. Numa pitangueira que nasceu numa nesga de terra de um quintal todo cimentado, sem que ninguém tenha semeado ou plantado muda, que nos dá sombra, frutos e visitas de pássaros que, diariamente nos brindam com seu canto, fazendo companhia aos nossos daqui de casa mesmo e agora isso, uma família constituída tão pertinho de nós. Novamente, Ô NATUREZA RICA. Coisa boa demais da conta.

07 janeiro 2011

(DES)ARRUMANDO A CASA - mais uma parte

Pois bem, como o combinado comigo mesma, hoje recolhi os enfeites que coloquei para as festas de Natal e final de ano. Limpei todos, organizei nas embalagens antigas e para os novos, novas embalagens. Tudo bem arrumadinho, para quando o final desse ano chegar, ficar fácil de me organizar. Só deixei os festões e lampadinhas da frente, para o Bruno tirar para mim, afinal, com sua altura, nem seria preciso usar a escada. Realmente, ele ia tirando tudo e dava para mim, que segurava enrolando nas mãos e braços. Ele disse num momento: -Mama, enrole já, eu espero senão vai embramar tudo. Mas eu disse que não se preocupasse pois teria tempo de sobra para fazer isso. Depois de tudo retirado, chegou a hora de desembramar, limpar, enrolar e guardar os festões e as lampadinhas. Aí a coisa pegou. Eram muitos metros de tudo. Os festões tudo bem, foi até que fácil, mas com as lampadinhas o bicho pegou. São oito fios de lâmpadas, todos longos, iguais e embaralhados. Puxava de um lado e apertava do outro. Estava até com nó cego. Senhordaglória! Porque não segui o conselho do Bru? Mas me lembrei de uma simpatia ou sei lá o que era que aprendi com tia Dadi, quando essa achava que eu conseguiria aprender a bordar. Por sinal, farei depois uma postagem sobre ela. Mas como ia dizendo, ou escrevendo, sempre que minha falta de paciência e habilidade, fazia nós homéricos nas linhas dos bordados nos paninhos onde treinava os pontos, antes que eu arrebentasse tudo, tia Dadi falava: - Pense em uma pessoa bem ruim, olhe para o nó que ele se desfaz. Gente, sei lá porque, mas que o nó desfazia, a isso desfazia mesmo. Hoje, com aqueles metros e metros de fios e lampadinhas num emaranhado só, me lembrei disso. Podem não acreditar, mas foi pensar no mesmo tio que pensava quando criança e a coisa se tornou fácil. Pra dizer a verdade, ele nem era tão ruim, era só anti social, fechadão, não dava papo pra ninguém. Era só na dele. Mas que funcionava e que funcionou ainda hoje, posso garantir.

06 janeiro 2011

(DES)ARRUMANDO A CASA

Hoje tradicionalmente é dia de guardar os enfeites de Natal. Na minha casa, deixo isso para amanhã, afinal hoje é dia de muita festa ainda. É aniversário da minha irmã Regina ou Juju. Para ela, muitos enfeites são poucos. Muita folia e festa é pouco. A casa precisa, deve e estará ainda arrumada com todos os enfeites. Amanhã sim, a arrumação ou desarrumação começa. Mas na casa da mamãe, não era assim. Como a nossa árvore sempre foi natural, imensos pinheiros naturais que o papai se encarregava dele próprio decorar, só era montada no dia 24 depois do almoço. É claro que tudo estava lindamente colorido, iluminado para a ceia, a grande festa, mas nunca antes desse dia. Outra razão para isso. No dia dezessete de Janeiro, era aniversário do papai e para ele, era imperioso que até essa data a árvore que ele havia decorado com todo amor do mundo, ainda estivesse com vida. Por isso, ela só chegava em casa no dia 24 de Dezembro. Durante muito tempo na casa deles só tinha a árvore de Natal, sempre gigantesca, mas só ela. Aos poucos, alguns enfeites de mesa foram sendo criados pela minha irmã, Ni e por papai. Eram papais noeis de feltro para cobrirem garrafas e velas feitas com rolos de papelão e encapados com papel metalizado coloridos ou com espuma que era vendida em metros, adornadas por fitas, bolas e laços. A chama era feita de papelão também ou usavam uns enfeites no formato de chama, do material das bolas. Das chamas escorriam parafina de velas de verdade, para dar a ilusão que a chama estava acesa, trazendo muita luz, calor e alegrias para o ambiente. Muito lindo e inesquecível. Por hoje, os enfeites ficam. Amanhã. começa a (des)arrumação.

21 dezembro 2010

MINHA ARTE ETÉREA







Essa ideia não é minha. Não a original. Mas de uma ideia que vi num blog, me ocorreu fazer essas árvores com fitas e palito de madeira para churrasco. A ideia original, tinha só uma fita, tentei e consegui fazer as minhas arvorezinhas com duas fitas. Serão colocadas, na mesa da ceia, nos pratos que serão servidos. Gostei. Eu acho que ficaram lindas.

17 dezembro 2010

SÓ UMA PASSADINHA RÁPIDA

Hoje o dia deveria ter o mínimo o dobro de horas. Estou fazendo os biscoitinhos para presentear minhas queridas e as embalagens onde serão entregues. Tudo junto. Cozinha e atelier(chic né?) Falta alguns presentes ainda para comprar mas a dona tosse que veio junto com a gripe, não quis ir embora com ela e está aqui comigo, juntinho. Dia e noite. Não paro de tossir um minuto. Xarope, vários e diversos, receitados por meu médico, dessa vez de nada estão adiantando. Mas nada me segura. Amanhã teremos ao sorteio do nosso amigo secreto. Será uma delícia com certeza. Faremos um lanche à tarde com muitas gostosuras para o dito sorteio. No domingo, mais enfeites e arrumação da minha mesa de Natal. Essa mesa tem coisinhas bem antigas. Todo ano compro um mimo para acrescentar à ela. Cada item que coloco nessa mesa tem uma história. Adoro arrumá-la. Depois dela pronta, assim sim já me considero perto do Natal. Depois, às compras novamente para ultimar os presentes, bebidas, e comidas para a ceia. Que festa!! Cansa mas é bom demais. Com todos da família estando bem, a gente também está. Então é tudo festa. Não só nessa época. Mas todos os dias. A vida toda.

14 dezembro 2010

MAIS ENFEITINHOS DE CASA


Esses são os guardanapos e seus porta guardanapos que fiz para nossa ceia de Natal


























Enfeites da área externa, onde será arrumada a mesa para nossa ceia.
Tudo muito simples, como nós. Mas feito com muito carinho, para nós.

13 dezembro 2010

Meus enfeites

Adoro enfeitar a casa em qualquer época, qualquer dia. Motivo não é necessário haver, pois quando eles não existem, eu os crio.
No Natal então, aí é de lei. A nossa árvore de Natal, desde que a cucla comemorou seu primeiro aniversário, é montada para esse dia. Mesmo quando passávamos as festas de Natal e final de ano fora de casa, eu armava nossa árvore, fazia enfeites e deixava a casa linda. Quando chegávamos na casa onde passaríamos as festas, lá também logo tratava de fazer o mesmo. Muitos enfeites.
Não tenho muita habilidade, mas me esforço e pra falar a verdade, sempre consigo fazer coisinhas bonitinhas. Eu mesma me apaixono por elas. Sondo o terreno, vejo em revistas, vitrinas, lojas especializadas em venda de enfeites, casas de amigos. Elaboro com o Tico e o Teco, junto enfeites dos anos anteriores, materiais comprados recentemente e voo. Dou asas à imaginação. Penso num canto da casa e imagino o que ficaria bom ali. Coloco minhas orações nas mãos. Sim. Tudo que faço para minha casa, minha família, é com muito amor e muita oração. A mesma oração que faço preparando as refeições. Coloco nos ingredientes votos e pedidos de amor, saúde, união. Assim faço meus enfeites de Natal para mim e minha família. Com muito desejo de tudo de bom. Manipulando os materiais, vou mentalizando os nossos anjos e sinto-me rodeada por eles. Quando sinto que a coisa não está como queria que estivesse, paro tudo e recomeço mais tarde. Assim também, são feitas por mim, as lembrancinhas que vou dar de presente. Sempre mentalizando as pessoas que receberão e pedindo por elas. Então quando ouço falar que Natal, nada mais é que uma data onde só se pensa em presentear, em dar e receber presentes, digo que não é assim para mim. Dou e recebo presentes, mas o que importa é como eles são feitos. Com que carga de carinho e atenção eles foram feitos ou comprados. Tudo isso tem muita importância. Muito significado. Significa NATAL.

19 novembro 2010

DIA DE FAXINA

Como já sabem, não sigo nenhum calendário, horário ou menu. Faço tudo no meu tempo, ao meu modo e gosto. E como já disse sei que é um privilégio poder ser assim.
Embora tenha combinado com a faxineira a próxima terça-feira para a limpeza, hoje arregacei as mangas e resolvi que faria eu mesma uma faxina à rigor, como diria mamãe.
Material de limpeza à postos, janelas e portas abertas, cortinas enroladas, cadeiras em cima de mesas, tapetes no varal e lá fomos, eu e a enorme quantidade de baldes, vassouras, rodo, panos, limpa azulejo, cera, detergente, tira mancha, desinfetante, etc. Quanta coisa! Sou do tempo em que para fazer faxina só era necessário água, balde, rodo, vassoura e cândida. Nossa famosa água sanitária. As vezes um sabãozinho para ajudar. Agora cada faxineira que vem pede um produto diferente com o qual está acostumada a trabalhar. Sendo assim, o armário de produtos para faxina vai ficando cada vez mais diversificado. Concordo sempre com a "profissional", pois quero o serviço bem feito e se para isso preciso comprar um determinado produto, assim o faço.
Só não contava com algumas surpresas. Desagradáveis, por sinal. O que achei de vidros nos vitrôs dos quartos com rachaduras, foi um assombro. O que teria causado isso? Mão pesada? Acho que sim. E azulejos perto dos rodapés, na cozinha e banheiro, também quebrados? E dentro da banheira então. Ara, ara ara, com certeza foram vassouradas que tiraram pedaços dos tais azulejos. E o que dizer dos móveis? Meu assoalho, nos quartos é bem escuro, então mando preparar cera líquida com perfume suave, boa fixação e vermelha, para dar brilho e ficar escuro como eu gosto. Só que entendo que a cera deve ser colocada no chão e não nas partes baixas do móveis. Eles são bem clarinhos, marfim e estão com tanta cera vermelha em seus pés, parte inferior de portas que deu até dó. A geladeira, branca e o fogão cinza, também estão vermelhos em baixo. Que falta de cuidado! Como disse antes, sou do tempo também, em que quando se encerava o chão, neguinho ficava de joelho e passava a cera com pano. Eu sempre colocava um pano macio nos joelhos para aguentar o tranco. De maneira nenhuma gostaria que fizessem assim até hoje, mas daí a jogar a cera de uma altura, propiciando desse modo que ela respingue por todos os móveis e paredes, já é muita falta de atenção e cuidado. Minhas paredes e portas sanfonadas também estão bem pintadas de cera vermelha. Que pena. A gente deixa a pessoa à vontade, não fica em cima amolando e quando vai ver tem essas surpresas desagradáveis. Agora, saber quem ocasionou o dano, nem pensar, não é mesmo? O remédio é a partir de agora, ficar fiscalizando durante a limpeza, o que eu acho super desagradável, mas pelo visto, muito oportuno e necessário.

27 setembro 2010

QUE BAGUNÇA!

Quem vê essa mesa arrumadinha que organizei para um churrasquinho de domingo para receber nora e filho









não faz a mínima ideia de como está o quarto do computador nessa segunda -feira.
É que sábado, dia 18, comprei um novo armário para acondicionar melhor meus livros de receitas, material de nutrição, dicionários, canetas, borrachas, material de escritório enfim, mais meus sapatos. Pois é. O antigo armário onde estava tudo isso é do tempo do onça, está na família há mais de sessenta anos e já passeou de casa em casa, sempre servindo um ou outro herdeiro.
Agora resolvi passar esse armário para frente e comprar outro. Aproveitando a presença do Bru, para que ele ajudasse o bonitão no transporte do armário velho para a casa da minha irmã, onde foi muito bem vindo e será de grande valia, tudo foi tirado dele e colocado desordenadamente no chão, em cima da cama e ao lado do computador. Ontem nem reparei na bagunça, mas hoje ao entrar no quarto não sabia nem por onde começar. Parecia liquidação de produtos bons e baratos. Uma zona. Aos poucos fui separando cadernos de receitas, livros de salgados, doces, dos dois juntos, cópias de dietas que elaborei para muita gente, livros que comprei em sebos e ainda não li, coleções de bolos artísticos e meus sapatos. Está de amargar. Tem muita coisa a mais que preciso e uso. Não sei como consigo juntar tanta coisa pois me policio demais da conta. Mas sempre tem coisa que está para ser dada para alguém. É aquele colosso de coisas sem utilidade nenhuma que não sei por que cargas d'água ainda estão guardadas. O armário que comprei já chegou mas a montagem está prevista para amanhã ou quarta-feira. Até lá terei tempo para organizar a bagunça. Uma sacola plástica de coisas que não me serviam, como estudos de alimentos que já estão ultrapassados, já foram para o coletor de reciclagem. Uns dez pares de sapatos, tenis e sandálias que não uso mais por serem rasteiros e estou proibida de usá-los por causa dos esporões, também já estão devidamente acondicionados em sacolas para doação.
Mas o que me espanta é que faz pouco tempo, fiz uma arrumação dessas nesse mesmo armário. Como é que consegui acumular tanta tranqueira em tão pouco tempo? Os médicos dizem que quem guarda muito as coisas e muitas coisas, tem tendência e ter o intestino preso. O meu é normal , não costumo guardar nada que não uso, mas mesmo assim, a bagunça está feia. Até amanhã com certeza, estará mais ou menos organizado. Apesar do trabalho, adoro fazer isso. É um começo para mim. Segunda-feira que por natureza é de começos, essa foi mais ainda. Arrumando capas de dicionários, colocando fitas adesivas em livros de receitas que tem quase a minha idade, encapando cadernos antigos que ainda tem utilidades. Delícia. Estou revigorada. Cansada, mas muito feliz.

01 setembro 2010

DIA DE ARRUMAÇÃO. ÊBA!!!!!!!!!!

Hoje seria dia de receber a ajuda da faxineira para uma arrumação mais pesada na casa. Mas, por problemas na saúde da minha ajudante, ela não veio.
Como é meu costume, sempre que a faxineira está de um lado, num comodo da casa, limpando, eu estou de outro, na lida também. Gosto assim. Então, como já estava animada para a coisa, não deixei a animação ir embora. Arregacei as mangas e comecei a dar um trato nos armários dos quartos. No quarto do computador, meu atelie, meu escritório, nosso quarto de hóspedes e de outras funções, o armário fica mais tempo organizado, mas mesmo assim tive algumas surpresas em sua arrumação. Na caixinha de costura, que fica dentro do armário, tinha mais botão, linha e agulha fora dela que dentro. A fita métrica estava junto com o material de depilação. Sei lá porque. Organizei tudo. Tinha umas três caixas de tintura para cabelos abertas, das quais havia usado só metade da tinta. Luvas para tingir cabelo, parecia que eu as fabricava aqui em casa, tal era o número de pares que abundavam o armário. Água oxigenada de 30 volumes, que não uso, encontrei uns seis frascos. Já separei para levar ao salão que frequento. Mas a grande surpresa estava na caixa de material de manicure. Tenho adoração por esmaltes, mas uso pouco pois os pés, faço no salão e as mãos, só uma base ou no máximo um esmalte bem clarinho porque a lida do dia a dia não deixa que nada pare nas unhas. Mas apesar disso, tinha muitos, mas muitos vidrinhos de esmaltes. Quando fui ver a validade, dos trinta que estavam na caixinha descartei a maioria. Restaram só uma meia dúzia, se tanto. Lixas de unha, dá para vender. Eu procuro, na hora não acho, marco na minha agendinha de itens para comprar. E aí, dá-lhe lixas. Algodão, a mesma coisa. Mas arrumei tudo e ficou bem bonitinho. Já no meu quarto, a surpresa estava na caixa de remédios. Quase não temos medicamentos aqui em casa, o que considero ser um bom sinal. Mas mesmo assim, a maioria dos que estavam na caixa, estavam vencidos ou sem bula e não me lembrando a utilidade deles e estando por acabarem, achei melhor descartá-los. Para minha surpresa, arrumando a parte do armário que reservo para shampus, sabonetes e itens do toucador como dizem, antes de levá-los ao banheiro, encontrei três frascos de sabonete líquido sem uso. Um mais gostoso que o outro. Foram presentes do bonitão e guardei tanto que acabei por esquece-los. Alguns frascos de shampu também estavam meio que esquecidos atrás de algumas coisas. Depois de roupas, perfumaria e tudo enfim organizado, ficou bem mais gostoso abrir os armários. Impressionante como a gente mesmo bagunça tudo. Sempre guardo tudo, mas na correria, na pressa, nem sempre no devido lugar. É nessa hora que falo que só nós mesmas para uma boa arrumação. Mas que ficou gostoso, ficou mesmo. Tudo no lugar e se duvidar, até sobrando espaço.

17 agosto 2010

DIA DE FAXINA! OBA!

Depois de algum tempo contando com a ajuda de uma faxineira e fazendo nos intervalos das ditas, uma MANUTENXINA, hoje peguei minha casa de jeito. Estava querendo fazer isso. Por vários motivos. Um, a faxineira mexe, precisa mexer em tudo e tem coisinhas minhas que eu não gosto que ninguém mude de lugar. Outro, está cada vez mais caro e o serviço, menos bem feito. Parece que a pessoa depois de pega uma certa intimidade com você e a casa, ao invés de melhorar, fazer com mais carinho, parece de descamba. Faz à olho, querendo ir logo embora. Mais um, eu nunca fico sem fazer nada no dia que a faxineira está em casa. Vou fazendo alguma coisa. Não consigo ficar só olhando. Não dá. Então, pagar e fazer junto? Achei melhor fazer sozinha. Deu super legal. Logo pela manhã, arregacei as mangas, dobrei as pernas da calça até os joelhos, um frio danado que estava cedinho e munida de material de limpeza, lá fui eu, lépida, faceira, alegre, acompanhando um CD de rock que já havia colocado e cantando no último volume. Ô coisa boa. Fazer faxina pra mim, como já postei aqui, é uma delícia. Faço tudo ao meu tempo, do jeito que quero. Não sigo planilhas, regras, nem nada, o que vai saindo, sai. A casa ficou uma belezura. Cheirosa que só ela. Foi bom ter mexido nos produtos de limpeza. Percebi que alguns deles, estão quase que intactos ainda, apesar de terem sidos comprados há um certo tempo. O tubo de limpa vidros por exemplo, ainda está cheio. A faxineira usava sabão em pó, aquele para roupas que custa caro pra caramba, para lavar tudo. Os azulejos também eram lavados com o tal sabão em pó. Quer dizer, um desperdício do meu dinheiro. O sabão em pó que compro para lavar roupas, é bem carinho, mas é o único que não me dá coceira na mão, mas não precisa lavar a casa toda com ele, não é? Tive uma faxineira por alguns meses que durante esse tempo todo, nunca lavou os azulejos da cozinha. Só limpava com um produto forte pra caramba. Resultado, quando ela parou de fazer faxinas para mim é que eu percebi como os azulejos estavam sujos. A outra que veio em seu lugar, ao contrário, queria jogar água com a mangueira. Um dia notei que ela tinha passado a mangueira do quintal pelo meu quarto para chegar ao banheiro. Nossa senhora, que molhadeira! E dá-lhe esguichar água nos azulejos. Pedi para maneirar na dose se não os coitados viriam a baixo num piscar de olhos. Uma tanto, outra tão pouco. Mas comigo não. Eu faço do jeito que acho certo, melhor para mim, para minha casa, que já é bem velhinha e fico feliz da vida. Já me condenaram aqui por gostar de serviços domésticos, mas gosto mesmo. Afinal os faço para mim, para os meus. Dá gosto depois de tudo arrumadinho, tomar banho, sentar na sala cheirosa, comer uma panqueca de maçãs e relaxar até a hora do jantar. Gosto mesmo dessa sensação. Nada contra quem não gosta, mas eu gosto. Tenho uma pessoa para fazer faxina, mas o serviço não me assusta. Encaro na boa. Enquanto ela resolve seus probleminhas, vou na boa. E ainda faço economia. Quem sabe rola uma garrafa de um bom vinho para mais tarde? Um papo gostoso com o bonitão, acepipes e um vinho gostoso. Ô COISA BOA!

07 janeiro 2010

guardando os enfeites


Hoje seria aniversário da mamãe. Nem me lembro quantos anos ela estaria fazendo. Não me importo em lembrar mais. Hoje é tradição em muitas casas, desarrumar e guardar os enfeites de Natal. Não na minha família. Como papai adorava os enfeites, ele mesmo fazia muitos deles e aniversariava no dia 17 de janeiro, então só depois dessa data, é que guardávamos os enfeites todos. Também, não me importo mais com isso. Não tenho mais deixado meus enfeites até o dia dezessete. Não é melancolia, longe de ser tristeza. É só por que assim resolvi . Logo pela manhã, depois de tomar café, já comecei a guardar os enfeites. Tudo arrumadinho para o próximo ano. Não me importo em fazer esse tipo de reverência para meus pais. Não mais. Não esse tipo de carinho.Faço outros. Sinto-os muito perto de mim, a todo instante. Penso neles a todo instante. Quando estou triste, pedindo colo. Quando alegre, dizendo pra mim mesma e pra eles, AH se vocês estivesse aqui. Mas não estou triste hoje, nem ficarei com certeza dia 17. São só dias de um mês. Como muitos outros. É, aprendi depois de muito muito tempo que, saudade sim, tristeza não. E depois, com a partida deles, ganhei anjos, defensores mesmo, lá em cima, que não tem pra ninguém. E sei que com o alto astral que eles, papai e mamãe tinham por aqui, com o animo e gosto por uma festa que sempre tiveram, sei que lá, hoje a festa está bombando. Com muitas bênçãos para nós, cá de baixo, que estaremos em oração por eles, mas com o coração calmo, tranquilo, apesar de saudosos.

06 janeiro 2010

minha casa

MEU CANTINHO FAVORITO.

Você tem aquele cantinho na sua casa que pra você é o preferido? Eu tenho. Para cada momento, para cada atividade eu tenho um lugar perfeito em casa. Quando quero ler, por exemplo, gosto de uma poltrona preta, bem antiga que fica num canto da sala, que era a preferida da mamãe. Sempre que mamãe chegava em casa, se tinha alguém sentado nela, se levantava e lhe sedia o lugar. Essa poltrona não recebe muita iluminação natural, mas é muito confortável. Me sento direitinho, como manda o figurino e conforme viro as páginas do livro ou revista, também me viro na poltrona. Só não fico de cabeça pra baixo, por um pouco de juízo, que do resto me viro toda. É uma delícia. Para as refeições, gostamos mesmo é da sala. Cada um com seu prato na mão, nos servindo em uma mesinha estrategicamente colocada no meio da sala e assim, fazemos quase todas nossas refeições. Para almoços ou jantares mais farristas, o lugar é o quintal, que também é uma delícia. Para dormir, é claro, o meu quarto. É silencioso, escurinho, seguro, não tão grande, mas que comporta bem meus móveis enormes. Sempre em ordem, aconchegante e perfumado. Adoro. Meu banheiro, para uma maquiagem, é perfeito. Tem uma luminosidade muito boa, a banheira é bem legal, o lavatório dos antigos, é grande o suficiente para lavar o rosto sem ter a água escorrendo pelos cotovelos. Com plantas sempre bonitas, é um lugar gostoso também. A área da frente, é um caso a parte. É grande, clara, muito ventilada, tem lugar para colocar rede, que adoro. Também fazemos muitas reuniões nela. Delícia também. Minha cozinha é pequenina, mas com tudo que preciso. Costumo falar que é cozinha de serviço. Só para quem realmente está cozinhando. Mas o melhor, é que sempre tem mais de uma pessoa e fica mais gostosa ainda. Minha copa é um pouco escura, mas como praticamente é só para se chegar a outros comodos, então tudo bem. As vezes também fazemos as refeições nela, mas sempre com as luzes acesas, inclusive durante o dia. Gosto também. Mas o cantinho onde mais passo o tempo, é o quarto do computador, que só é quarto porque conservamos uma cama, para alguma visita ou necessidade. Esse quarto é quase um ateliê. É nele que faço meus trabalhinhos manuais, mexo com bijuterias, tenho meus livros de receitas guardados e claro, o computador. É um cantinho delicioso. Tem poltronas super confortáveis, onde sempre estou sentada á cata de receitas antigas dentre meus livros. Na realidade, não tenho um único cantinho preferido. Adoro minha casa toda. Adoro a tranquilidade e segurança que ela me passa. Adoro as reuniões alegres e barulhentas que fazemos nela. Tenho certeza e já ouvi isso de muita gente, que todos que aqui chegam, sentem no ar, a tranquilidade, o amor, a alegria que aqui moram. Tendo como companheiros de vida e morada esses sentimentos, só podemos estar sempre bem. Adoro minha casa. Adoro meu lar!!!!

26 dezembro 2009

minha casa

Depois que pintei a copa, o bonitão foi dar os retoques e consertar os gatos
Depois da copa, pintei o hall em frente ao banheiro
Passamos o domingo inteiro nessa empreitada. Com muita conversa e risadas.
Na segunda feira, o instalador veio (ainda bem) colocar as portas do banheiro e quarto. Ficaram perfeitas e eu comecei a pintar a sala enquanto o bonitão dava um tapa na área da frente. Não terminamos ainda, por falta de tempo, mas deixamos tudo num ponto em que pudéssemos receber nossos convidados para a ceia e almoço de Natal. Tudo muito delicioso e maravilhoso.

02 dezembro 2009

ENFEITANDO MINHA CASA

Se tudo correr como espero, amanhã começo a enfeitar minha casa. Já estou bolando uns fios de luz, uns laços para nossa árvore, uns enfeitinhos novos para nossa mesa da copa que fica enfeitada até o dia 17 de Janeiro, como nossa árvore, dando a nossa casa um ar de festa permanente. Nessa mesa, estão enfeites que tenho comprado durante todos esses anos. Fica atulhada, cada vez mais, mas é assim mesmo que eu gosto. As frutas secas, os vinhos e champanhe, ficam direto na mesa, para serem saboreados por quem chega e os doces e outros regalos do dia a dia, vou colocando conforme as pessoas vão chegando. Adoro fazer isso. Amanhã pela manhã, darei umas voltas pelas lojas de enfeite, para ver as novidades. É como digo, arregaçar as mangas da regata e colocar mãos às obras.

18 novembro 2009

arrumação de casa

Como hoje é dia de manutenção da faxina, ou manutenxina, depois da casa limpinha, resolvi mexer nas gavetas do guarda-roupas que era usado pelos meus filhos quando ainda moravam aqui. Tem uma gaveta nesse móvel, onde estão algumas roupas, cadernos e tranqueiras do Bruno. Quando ele chegou para o almoço, perguntei se não podíamos dar aquelas roupas e ele dizendo que sim, aproveitou para dar uma olhada em tudo. Nem lembrava das coisas que tem ali guardado. Me deu algumas camisetas, pretas, é claro, colocou outras para doação e o mais legal de tudo, ganhei três CDs do Metallica, conjunto de rock do qual sou fã. Então, como não poderia ser diferente, o final da manutenxina e essas postagens estão sendo feitas ao som, muito alto e claro de rock. ADORO!

29 outubro 2009

considero um privilégio


Hoje pela manhã, ao arrumar minha cama, fiquei encantada com o sol que que entrava pela janela. Não pude deixar de pensar que é um privilégio ter esse sol no meu quarto todas as manhãs. Tem muita gente que por N motivos não recebe o sol e seus lindos e quentes raios em sua casa. Alguns por morarem em apartamentos ou casas, cuja construção não foi planejada ou não o pode ser de acordo com o lado em que o sol nasce. Outros, por morarem em lugares, onde o sol é visto por pouco tempo durante o ano todo, outros ainda, por saírem de casa para o trabalho, com o sol ainda "dormindo" e quando regressam, ele já deu lugar à lua. Sei lá, devem existir mais motivos ainda, só sei que para mim, ver o sol no meu quarto, no meu quintal, toda manhã, é sem dúvida um privilégio.

Aproveitando essa foto ao lado, esse é um costume que aprendi com minha mãe, que de certa forma, também é um privilégio. Mamãe dizia sempre para deixar a cama refrescar depois que a gente se levantava pela manhã, para só depois de algum tempo, arrumá-la. E nesse meio tempo, era costume colocarmos os travesseiros nas janelas, para que recebessem o sol. Assim, o calor do sol fazia uma faxina em cada travesseiro. Adoro fazer isso e não o faço nem um dia sequer, sem lembrar da mamãe. Considero privilégio porque, quando trabalhava fora o dia todo, mal levantava da cama e já ia arrumando, esticando os lençóis, a colcha, colocando os travesseiros no guarda roupas e saía correndo, sem mesmo ter aberto a janela. Nunca saía para o trabalho deixando minha cama sem arrumar, pois sempre pensava, vá saber como vou voltar, se bem de saúde, se muito tarde da noite, com visitas, sei lá, só sei que era imperioso, sair para o trabalho deixando tudo arrumado e assim, minha cama e cobertas, só viam o sol nos finais de semana, quando ele aparecia. Para mim, isso é um privilégio.

29 julho 2009

minha casa




Moro numa casa térrea, antiga, com um quintal bem grande, fora dos padrões das casas atuais. É nesse quintal que fazemos nossos encontros, festas, reuniões. Toda a família gosta muito desse quantinho. Tem uma área coberta, onde estão mesas, cadeiras, bancos, churrasqueira, armários, tudo enfim para essas reuniões, e também a máquina de lavar e tanque. Uma outra parte desse quintal, não tem cobertura. É onde bate bastante sol, claro que em dias com menos chuva que os atuais e onde passamos momentos ao sol, ou ao luar. Muito gostosa essa parte da minha casa. É cimentada, com excessão de uma brechinha, onde tem terra e eu coloco meus vasos de plantas. Um dia reparamos que nesse fiozinho de terra, perto dos vasos, estava nascendo uma plantinha. Começamos a cuidar dela e logo percebemos se tratar de uma pitangueira. Passou a ser a menina dos nossos olhos. Já cresceu, floresceu, deu pitanga aos montes, ficou só as folhas e agora está florida novamente. Ontem, por acaso, tirei uma foto de um galho bem carregadinho de flor. Mal sabia eu, que meia hora depois, uma chuva das fortes viria e derrubaria essas flores. O chão ficou coberto pelas florezinhas. Me deu uma tristeza danada. Mas por pouco tempo. Hoje, a pitangueira estava novamente florida e já tem pitanguinhas. Bem pequeninas, mas já estão lá. Firmes e lindas.