http://www.nilceguerreira.com/2010/09/deus-me-fez-assim.html
"Quando me sinto fraco, então é que me faço forte".
E foi assim, que li sua ultima postagem, e senti que se entregou ao Pai Maior na certeza de que Ele olharia por ela.
É triste sermos deixados pra trás, muitos de nós gostaria de seguir junto o caminho.
A Nlice foi uma querida comigo e com a Mamãe, era uma de suas amigas que carinhosamente também me chamava de Cucla.
Que nesse momento, a luz esteja a trilhar seu caminho de chegada na espiritualidade, que Glorinha lhe tenha preparado a cama, e a Mamãe o chá, que seja a Nilce mais uma estela a nos iluminar nas noites.
Mais uma de nós com a missão nesse plano terreno cumprido.
Meus sentimentos para a Familia, e para os amigos.
A sempre Cucla de todas vcs.
Aqui voce terá acesso a receitas de gostosuras, que foram previamente testadas, frases que li em algum lugar por aí, dicas de filmes, livros, lugares e outras cossitas mas.
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11 novembro 2013
17 abril 2011
NASCERAM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mais uma maneira linda demais da conta de começar o dia. NASCERAM OS FILHOTINHOS DA PASSARINHA DA MINHA PITANGUEIRA. É claro que a foto ao lado não é da minha mamãe, pois agora tenho que preservá-la. Agora é o momento dela. Ainda ontem à noite, quanto estávamos no quintal, nós, cucla e marido, fazendo um churrasquinho, estávamos de olho nela. Tudo estava correndo bem. Hoje, logo cedinho, bonitão foi dar uma olhadinha de longe, para não incomodar a mamãe e percebeu que ela me mexia muito. Me chamou para ver, pois achava que os bebês já haviam nascido. Quando cheguei perto, pude observar um deles, não sabemos quantos são, mas um deles com o bico aberto como se fosse uma flor, esperando pelo alimento que a mamãe lhe trazia. Ô natureza rica! Coisa do Criador. Tratamos logo de colocar cadeiras de praia, bem macias embaixo do ninho, para a possibilidade de um dos novos amiguinhos caírem no chão. Se isso acontecer, acho que estarão seguros com nossa preparação. Depois, vejo se consigo tirar, de longe é claro, alguma foto dos bebês. Por enquanto, não chegaremos mais perto. Vigiarei da janela do meu quarto para se necessário, intervir, caso haja alguma queda dos pequenos, mas por enquanto, só de longe. O momento é da mamãe e dos bebês. Estou nas nuvens. Numa pitangueira que nasceu numa nesga de terra de um quintal todo cimentado, sem que ninguém tenha semeado ou plantado muda, que nos dá sombra, frutos e visitas de pássaros que, diariamente nos brindam com seu canto, fazendo companhia aos nossos daqui de casa mesmo e agora isso, uma família constituída tão pertinho de nós. Novamente, Ô NATUREZA RICA. Coisa boa demais da conta.
29 dezembro 2010
MAIS UM DIA
Mais um dia de flerte com o novo medicamento. Mais um dia de suspense. Mais um dia de agonia. Uma nova contagem regressiva. Isso mesmo, estamos numa outra contagem regressiva. Segundo os médicos, os efeitos colaterais, absurdamente desagradáveis e desconfortáveis pelos quais minha sobrinha está passando, serão muito ou totalmente atenuados depois de uma semana. Estamos em contagem regressiva para que essa semana termine logo. Muito difícil esse pedaço desse caminho. Muito desgastante. Para ela e para nós, que não podemos fazer nada mais que lhe dar colo, ombro e palavras de estímulo. Difícil dar-lhe o que quase não temos. Mas estamos apesar de tudo, confiantes e fortes. E unidos. Todos nós numa mesma emoção e oração. Num mesmo desejo. Seremos todos atendidos nos nossos pedidos. A saúde plena prevalecerá.
QUERO APROVEITAR ESSA POSTAGEM PARA AGRADECER A TODOS QUE TORCEM PELA SAÚDE. TODOS QUE SE JUNTAM À MIM E À MINHA FAMÍLIA NAS ORAÇÕES.
NA CERTEZA QUE O MELHOR VIRÁ.
AGRADECER A TODOS E A CADA UM DE VOCÊS PELA GENEROSIDADE, AMIZADE E AMOR.
ISSO NÃO TEM PREÇO, MAS TEM COMO SER PAGO.
COM MEU RESPEITO, CARINHO E AMIZADE.
SINTAM-SE TODOS ABENÇOADOS.
QUERO APROVEITAR ESSA POSTAGEM PARA AGRADECER A TODOS QUE TORCEM PELA SAÚDE. TODOS QUE SE JUNTAM À MIM E À MINHA FAMÍLIA NAS ORAÇÕES.
NA CERTEZA QUE O MELHOR VIRÁ.
AGRADECER A TODOS E A CADA UM DE VOCÊS PELA GENEROSIDADE, AMIZADE E AMOR.
ISSO NÃO TEM PREÇO, MAS TEM COMO SER PAGO.
COM MEU RESPEITO, CARINHO E AMIZADE.
SINTAM-SE TODOS ABENÇOADOS.
22 setembro 2010
PRECISAMOS DE AJUDA. CONTO COM VOCÊS!
No mês de Junho próximo passado, Leka, uma motociclista daqui de Sorocaba, voltando de um encontro de motos em cidade vizinha, sofreu um grave acidente. Por conta disso, ficou hospitalizada muitos dias e passou por vários procedimentos incluindo aí placas e parafusos em sua perna. Mas ainda estava por vir o pior. Por rejeição ao material colocado, sua perna piorou e foi, infelizmente amputada. Nós, seus companheiros, amigos, conhecidos, dividimos com sua família a dor, o medo, o susto, a tristeza, enfim todos os confusos sentimentos que cercam uma situação dessas. Mas não dividimos a parte prática do problema. Chamamos para nossa total responsabilidade o custo da prótese. Prótese essa, bastante cara, mas totalmente imprescindível e indispensável para que Leka continuasse sua vida, seu trabalho. Pelo menos, tentando recomeçar de uma maneira menos difícil. Várias reuniões entre os moto clubes locais foram feitas para que se chegasse ao consenso quanto a melhor maneira de conseguir o aparelho. Muitos motociclistas se juntaram à nós de Sorocaba, cada um fazendo sua parte, do seu jeito, ao seu modo. O custo da prótese é alto, mas como somos muitos, não será um grande problema conseguirmos. De minha parte, já estou fazendo rifas de estojos com produtos AVON e de vidros com sequilhos de leite condensado. Tem muita gente me ajudando. A prótese já está sendo confeccionada e logo logo estará sendo usada e devidamente paga. De vocês quero uma coisa. É uma coisa só. Orações, pensamentos positivos, boas vibrações, para que consigamos nosso intento o mais rápido possível, pois o tempo não pára. Conto com vocês e já agradeço demais da conta.
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15 setembro 2010
PREOCUPADA
Pois é. Estou preocupada. Nem sei se tenho esse direito, mas estou. Alguns blogs estão há um certo tempo sem sinal de vida. Blogs pelos quais desenvolvi um carinho incrível.
As proprietárias, ainda descubro um termo mais afetuoso para me referir à essas querida, mas a verdade que essas pessoas sempre me fizeram companhia nesse mundo, com seus comentários no gostosuras e com muita coisa boa e gostosa de se ler em seus blogs.
Alguns, fazem dias que estão quietinhos, outros um tempão.
Além de achar falta da companhia, postagens e comentários, me preocupa essa ausência, esse sumiço.
Quero acreditar que estão com outros interesses, sem tempo, em fase de exames, mudanças, mas de qualquer modo, fico muito triste em chegar nos tais blogs e não encontrar a querida ali. Não sei o que está acontecendo, mas desejo que todas estejam bem e felizes.
Se vocês estão pensando que isso é muita intromissão de minha parte, concordo com vocês.
Mas, sabe aquelas pessoas com as quais você encontra todos os dias por seu caminho, aqueles caminhantes da pista no seu horário, ou no ônibus? Você não sabe o nome, não sabe nada da vida, mas se fica muito tempo sem ver, estranha e quer saber se está tudo bem? Eu sou assim. Mesmo com vizinhos com os quais não tenho amizade, apenas a politica da boa vizinhança, sabemos que podemos contar uns com os outros em necessidade, mas não nos frequentamos. Se um fica muito tempo sem ver o outro, já se preocupa. Se a gente passa vários dias pela casa do outro e não vê sinal de vida, estranha. Mas se no dia seguinte, vê uma janela aberta, os jornais recolhidos, as plantas fresquinhas com água, isso já nos tranquiliza. Sei que hoje em dia não se usa muito isso de se preocupar com os outros, mas posso afirmar que não se trata de querer fofocar ou bisbilhotar a vida alheia, simplesmente é uma preocupação de pessoa para pessoa.
Espero que todos estejam bem.
As proprietárias, ainda descubro um termo mais afetuoso para me referir à essas querida, mas a verdade que essas pessoas sempre me fizeram companhia nesse mundo, com seus comentários no gostosuras e com muita coisa boa e gostosa de se ler em seus blogs.
Alguns, fazem dias que estão quietinhos, outros um tempão.
Além de achar falta da companhia, postagens e comentários, me preocupa essa ausência, esse sumiço.
Quero acreditar que estão com outros interesses, sem tempo, em fase de exames, mudanças, mas de qualquer modo, fico muito triste em chegar nos tais blogs e não encontrar a querida ali. Não sei o que está acontecendo, mas desejo que todas estejam bem e felizes.
Se vocês estão pensando que isso é muita intromissão de minha parte, concordo com vocês.
Mas, sabe aquelas pessoas com as quais você encontra todos os dias por seu caminho, aqueles caminhantes da pista no seu horário, ou no ônibus? Você não sabe o nome, não sabe nada da vida, mas se fica muito tempo sem ver, estranha e quer saber se está tudo bem? Eu sou assim. Mesmo com vizinhos com os quais não tenho amizade, apenas a politica da boa vizinhança, sabemos que podemos contar uns com os outros em necessidade, mas não nos frequentamos. Se um fica muito tempo sem ver o outro, já se preocupa. Se a gente passa vários dias pela casa do outro e não vê sinal de vida, estranha. Mas se no dia seguinte, vê uma janela aberta, os jornais recolhidos, as plantas fresquinhas com água, isso já nos tranquiliza. Sei que hoje em dia não se usa muito isso de se preocupar com os outros, mas posso afirmar que não se trata de querer fofocar ou bisbilhotar a vida alheia, simplesmente é uma preocupação de pessoa para pessoa.
Espero que todos estejam bem.
12 setembro 2010
VIDA NOVA!
Nada como um dia depois do outro. É velha mas é boa essa afirmação. Velha mas sempre atual.
Temos muitos sobrinhos. Nossa família, aquela a qual não se resume aos filhos, noras e genros, mas todos os familiares, é grande, bastante grande. Grande o bastante para que de vez em quando, um ou touro se estranhe, se olhe de esgueiro, as vezes até se ofendam. Coisas que acontecem nas melhores famílias. Na minha, sendo uma das melhores, não poderia ser diferente. Mas o que importa é que sempre estamos prontos a ajudar no que for preciso e oportuno. Hoje, para alguns sobrinhos a vida tem um novo começo. Um começo meio que atropelado, meio que soando como única opção senão a melhor, mas a verdade que é um novo começo. Como todo começo, toda novidade é assustador. Assusta até quem tem tarimba de vida, imagine só os meus queridos, minhas crianças, não na idade mas no lugar que tem e sempre terão no meu colo. Estão assustados, sabem que não será nada fácil, mas estão corajosos, confiantes. Eu do meu lado, sem me meter muito mais no problema, só olhando, não de cima de um muro, mas atrás de um vidro, de onde posso tudo ver e que ao menor sinal de necessidade, arrebento o vidro e mergulho de cabeça em suas vidas para carrega-los no colo e protegê-los do que der e vier. Eles sabem disso. Estou não muito tranquila, mas com eles na confiança que tudo dará certo. É difícil, assustador, mas não, de maneira nenhuma, impossível. Se para sermos felizes temos que ajudar a felicidade chegar para nós, essas crianças fizeram seu melhor. Limparam o caminho, tiraram ervas daninhas, pedras, taparam buracos com uma boa argamassa, de qualidade, sem com isso deixarem sujeira embaixo. Não varreram nada para debaixo de tapete nenhum. Tudo limpo e organizado. Não estão construindo um novo lar em cima de areia. Assim seria fácil. Não eles. Eles estão com muita força e coragem fincando estacas em terreno firme, em cima de rocha. Estão exaustos, mas sabem que essa construção, não haverá vento, furacão ou tempestade que derrubará. É claro que trovoadas e chuvas forte virão. Quem não as enfrenta? Impossível viver sem elas. Mas aí é que está a magia da vida. Do amor. Da amizade. Do respeito. Do amplo sentido de família. Deus abençoe esse novo lar. Todos vocês. Do menorzinho ao mais velho. Estou com vocês sempre. É só gritar.
Temos muitos sobrinhos. Nossa família, aquela a qual não se resume aos filhos, noras e genros, mas todos os familiares, é grande, bastante grande. Grande o bastante para que de vez em quando, um ou touro se estranhe, se olhe de esgueiro, as vezes até se ofendam. Coisas que acontecem nas melhores famílias. Na minha, sendo uma das melhores, não poderia ser diferente. Mas o que importa é que sempre estamos prontos a ajudar no que for preciso e oportuno. Hoje, para alguns sobrinhos a vida tem um novo começo. Um começo meio que atropelado, meio que soando como única opção senão a melhor, mas a verdade que é um novo começo. Como todo começo, toda novidade é assustador. Assusta até quem tem tarimba de vida, imagine só os meus queridos, minhas crianças, não na idade mas no lugar que tem e sempre terão no meu colo. Estão assustados, sabem que não será nada fácil, mas estão corajosos, confiantes. Eu do meu lado, sem me meter muito mais no problema, só olhando, não de cima de um muro, mas atrás de um vidro, de onde posso tudo ver e que ao menor sinal de necessidade, arrebento o vidro e mergulho de cabeça em suas vidas para carrega-los no colo e protegê-los do que der e vier. Eles sabem disso. Estou não muito tranquila, mas com eles na confiança que tudo dará certo. É difícil, assustador, mas não, de maneira nenhuma, impossível. Se para sermos felizes temos que ajudar a felicidade chegar para nós, essas crianças fizeram seu melhor. Limparam o caminho, tiraram ervas daninhas, pedras, taparam buracos com uma boa argamassa, de qualidade, sem com isso deixarem sujeira embaixo. Não varreram nada para debaixo de tapete nenhum. Tudo limpo e organizado. Não estão construindo um novo lar em cima de areia. Assim seria fácil. Não eles. Eles estão com muita força e coragem fincando estacas em terreno firme, em cima de rocha. Estão exaustos, mas sabem que essa construção, não haverá vento, furacão ou tempestade que derrubará. É claro que trovoadas e chuvas forte virão. Quem não as enfrenta? Impossível viver sem elas. Mas aí é que está a magia da vida. Do amor. Da amizade. Do respeito. Do amplo sentido de família. Deus abençoe esse novo lar. Todos vocês. Do menorzinho ao mais velho. Estou com vocês sempre. É só gritar.
05 setembro 2010
A MESMA LIÇÃO. APRENDIZADOS DIFERENTES.

Lendo a postagem que a Eliana do coisasboasdavida fez, me lembrei de uma estorinha parecida. A mesma lição de amizade, mas com dois finais muito diferentes.
A que posto a seguir é a seguinte:
Uma moça, com grandes e sinceros amigos, adoeceu e estando em quarto de hospital bem doentinha, recebia muitas visitas. Sua cama estava perto da janela do quarto donde se via uma árvore florida, muito linda.
A moça, dia a dia sem melhoras. Os amigos aflitos, não deixavam de lhe visitar.
Um dia, num momento de lucidez, ela disse ao amigo que ali estava, que quando a última folha daquela árvore caísse, ela não mais resistiria àquela doença. Os dias passando, a florada da árvore diminuindo, as folhas caindo.
Os amigos preocupados com ela, se sentiam piores por nada poderem fazer quanto ao seu estado de falta da saúde.
Todas as manhãs assim que acordava, a moça olhava pela janela e via que ainda existia uma folha. Fraca, dolorida, quase sem vida, sabia que ainda não seria aquele dia, o da sua partida.
Os amigos se revezavam em acompanhá-la. Quase que já sem esperanças, mas firmes ali todo o tempo.
O tempo passando. Os remédios mudados. A doença enfraquecendo. A moça ganhando viço.
Até que um dia ela acordou e por coisas do acaso, ou sei lá, justo naquele dia, seus amigos todos estavam ali. Reunidos à sua volta.
Ela acordou, olhou para todos. Se sentiu bem. Desperta e saudável.
Todos alegres comemoravam. Ela estava muito bem!
Dias depois quando recebia alta, mais uma vez, os amigos a sua volta. Ela despedindo-se da enfermeira, em pé, perto da janela, falou que aquela folha, aquela estranha folha, que teimava em estar ainda ali, depois que todas as outras já haviam caído, lhe salvara a vida e contou à enfermeira o que havia dito aos amigos. Que quando a última folha caísse, ela morreria.
A enfermeira sorriu e disse que muitas coisas não se explicam.
Só depois que a moça saiu da quarto a enfermeira contou às outras pessoas do hospital. Um dos amigos, num momento em que a paciente estava em repouso, dormindo ou sedada, havia pintado na janela, aquela folha. Um presente de amigo. Ela ganhara sua vida.
A que posto a seguir é a seguinte:
Uma moça, com grandes e sinceros amigos, adoeceu e estando em quarto de hospital bem doentinha, recebia muitas visitas. Sua cama estava perto da janela do quarto donde se via uma árvore florida, muito linda.
A moça, dia a dia sem melhoras. Os amigos aflitos, não deixavam de lhe visitar.
Um dia, num momento de lucidez, ela disse ao amigo que ali estava, que quando a última folha daquela árvore caísse, ela não mais resistiria àquela doença. Os dias passando, a florada da árvore diminuindo, as folhas caindo.
Os amigos preocupados com ela, se sentiam piores por nada poderem fazer quanto ao seu estado de falta da saúde.
Todas as manhãs assim que acordava, a moça olhava pela janela e via que ainda existia uma folha. Fraca, dolorida, quase sem vida, sabia que ainda não seria aquele dia, o da sua partida.
Os amigos se revezavam em acompanhá-la. Quase que já sem esperanças, mas firmes ali todo o tempo.
O tempo passando. Os remédios mudados. A doença enfraquecendo. A moça ganhando viço.
Até que um dia ela acordou e por coisas do acaso, ou sei lá, justo naquele dia, seus amigos todos estavam ali. Reunidos à sua volta.
Ela acordou, olhou para todos. Se sentiu bem. Desperta e saudável.
Todos alegres comemoravam. Ela estava muito bem!
Dias depois quando recebia alta, mais uma vez, os amigos a sua volta. Ela despedindo-se da enfermeira, em pé, perto da janela, falou que aquela folha, aquela estranha folha, que teimava em estar ainda ali, depois que todas as outras já haviam caído, lhe salvara a vida e contou à enfermeira o que havia dito aos amigos. Que quando a última folha caísse, ela morreria.
A enfermeira sorriu e disse que muitas coisas não se explicam.
Só depois que a moça saiu da quarto a enfermeira contou às outras pessoas do hospital. Um dos amigos, num momento em que a paciente estava em repouso, dormindo ou sedada, havia pintado na janela, aquela folha. Um presente de amigo. Ela ganhara sua vida.
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