Depois de muito andar de loja em loja, tomar algumas providências com relação aos produtos que revendo e que chegaram sem muita ordem, cheguei em casa literalmente moída. Minha costa doía tanto que nunca achei que minha casa fosse tão longe do centro da cidade, tal a demora para chegar de volta nela.
Agora, já de banho tomado, roupa fresquinha, porque está um calor do cão, vá entender esse tempo, eu nem tento, assim que desligar aqui, vou me preparar para uma noite gostosa com meu bonitão. Farei alguns acepipes, abriremos um bom vinho que estou reservando para hoje e com certeza passaremos horas deliciosas. Espero que dê tudo certo, que a noite seja bem melhor que o dia. Será é claro, afinal estarei com o bonitão. Só por isso e principalmente por isso, tudo será perfeito. Não é nenhuma data especial não, só quero um pouco de colo dele. Estou meio que chateada com a caixa de produtos, mas nada irá tirar o brilho da nossa noite. Nada nem ninguém.
Aqui voce terá acesso a receitas de gostosuras, que foram previamente testadas, frases que li em algum lugar por aí, dicas de filmes, livros, lugares e outras cossitas mas.
Mostrando postagens com marcador em casa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador em casa. Mostrar todas as postagens
25 agosto 2010
17 março 2010
cheguei
Cheguei. Já estou na minha casa. Doce lar. Lugar como minha casa, meu lar, não existe por aí. Adoro estar de volta.
Fiz essa viagem, não por estar precisando descansar, nem por querer ficar só, longe de tudo e de todos. Longe disso.
Foi simplesmente um desafio que me fiz.
Pensando em minha vida, lucros e perdas, conquistas e desilusões, me peguei um dia a pensar em coisas, atitudes que gostaria de ter tomado e não o fiz. Lugares que gostaria de ter conhecido e ainda não conheço. Me dei conta então, de nunca ter saído em viagem a passeio sozinha. Daí a ideia.
Foi muito bom. Muito bom.
Tem coisas que temos, pelas quais pagamos. Temos outras que nem temos como pagar. Não tem preço. Carinho, cuidado, afeto. Esses sentimentos que moram no mundo abstrato.
Os dias que passei em Serra Negra, no Sítio e Pesqueiro Bom Fim, foram relaxantes, purificantes, deliciosos. Paguei pelo chalé, pela boa comida e até pelo divertimento, piscina, caminhadas nas montanhas, pescaria das boas. Música o dia todo. Até o papo legal à tardinha. Tudo bem, paguei por isso. Mas o carinho, afeto, atenção, cuidado, esses recebi por graça. Chegar ao restaurante pela manhã e ver sua mesa com o delicioso e completo café da manhã, já a lhe esperar, é uma coisa. Entrar no mesmo lugar, ver o "café da manhã", quitutes demais da conta, tudo coberto com uma linda toalhinha de renda branca e virem lhe dar bom dia, com enormes sorrisos, perguntando como passou a noite, se prefere outro tipo de fruta, outro bolo, um queijinho mais light, isso é carinho. Não tem preço. Não tem como pagar.
Você chegar na piscina, todo dia, ela estar limpíssima. Paguei por isso. Mas você chegar e ver que lhe prepararam uma gostosa poltrona com mesinha e guarda sol, no mesmo lugar onde no dia anterior você ficou. Isso é carinho.
Preparar especialmente para você uma traia de pesca com uma isca que nem é vendida no pesqueiro, que é de uso particular deles. Isso é afeto. É carinho. Não irem embora à noitinha, sem antes lhe perguntar se precisa de alguma coisa ou se vai ficar bem. É carinho de família. De amigo.
No seu último almoço, lhe fazerem uma comidinha diferente da servida para outras pessoas. Lhe colocarem na mesa aquela pimenta que fizeram para uso da família, aquelas cebolinhas especiais. É puro carinho.
Muitos hotéis tem serviço de traslado de hóspedes para terminais rodoviários e aeroportos. Mas ninguém teve um passeio em família como eu tive, ao deixar o sítio. Com o carro cheio de crianças, me contando piadas, falando sobre a praia onde estarão nesse fim de semana, mostrando a escola, a casa. Delícia. Me levaram até o terminal, esperaram comprar a passagem para terem certeza que estaria dentro de alguns minutos em segurança, de volta para casa. É coisa de família.
Foi nesse clima de ternura, afeto e carinho que fiquei esses dias fora de casa.
Fora do meu lar mas não fora de um lar.
Gostei de tudo. Gostei da experiência. Gostei da coisa. O perigo é esse. Poderá virar método de vida. Adorei tudo isso.
Mas estando em casa, tudo é maravilhoso também. Me parece que até mais um pouco. Tem coisas aqui, que só tem aqui. Dessas não abro mão. Dessas não me separo por muito tempo. Essas são minha vida.
Fiz essa viagem, não por estar precisando descansar, nem por querer ficar só, longe de tudo e de todos. Longe disso.
Foi simplesmente um desafio que me fiz.
Pensando em minha vida, lucros e perdas, conquistas e desilusões, me peguei um dia a pensar em coisas, atitudes que gostaria de ter tomado e não o fiz. Lugares que gostaria de ter conhecido e ainda não conheço. Me dei conta então, de nunca ter saído em viagem a passeio sozinha. Daí a ideia.
Foi muito bom. Muito bom.
Tem coisas que temos, pelas quais pagamos. Temos outras que nem temos como pagar. Não tem preço. Carinho, cuidado, afeto. Esses sentimentos que moram no mundo abstrato.
Os dias que passei em Serra Negra, no Sítio e Pesqueiro Bom Fim, foram relaxantes, purificantes, deliciosos. Paguei pelo chalé, pela boa comida e até pelo divertimento, piscina, caminhadas nas montanhas, pescaria das boas. Música o dia todo. Até o papo legal à tardinha. Tudo bem, paguei por isso. Mas o carinho, afeto, atenção, cuidado, esses recebi por graça. Chegar ao restaurante pela manhã e ver sua mesa com o delicioso e completo café da manhã, já a lhe esperar, é uma coisa. Entrar no mesmo lugar, ver o "café da manhã", quitutes demais da conta, tudo coberto com uma linda toalhinha de renda branca e virem lhe dar bom dia, com enormes sorrisos, perguntando como passou a noite, se prefere outro tipo de fruta, outro bolo, um queijinho mais light, isso é carinho. Não tem preço. Não tem como pagar.
Você chegar na piscina, todo dia, ela estar limpíssima. Paguei por isso. Mas você chegar e ver que lhe prepararam uma gostosa poltrona com mesinha e guarda sol, no mesmo lugar onde no dia anterior você ficou. Isso é carinho.
Preparar especialmente para você uma traia de pesca com uma isca que nem é vendida no pesqueiro, que é de uso particular deles. Isso é afeto. É carinho. Não irem embora à noitinha, sem antes lhe perguntar se precisa de alguma coisa ou se vai ficar bem. É carinho de família. De amigo.
No seu último almoço, lhe fazerem uma comidinha diferente da servida para outras pessoas. Lhe colocarem na mesa aquela pimenta que fizeram para uso da família, aquelas cebolinhas especiais. É puro carinho.
Muitos hotéis tem serviço de traslado de hóspedes para terminais rodoviários e aeroportos. Mas ninguém teve um passeio em família como eu tive, ao deixar o sítio. Com o carro cheio de crianças, me contando piadas, falando sobre a praia onde estarão nesse fim de semana, mostrando a escola, a casa. Delícia. Me levaram até o terminal, esperaram comprar a passagem para terem certeza que estaria dentro de alguns minutos em segurança, de volta para casa. É coisa de família.
Foi nesse clima de ternura, afeto e carinho que fiquei esses dias fora de casa.
Fora do meu lar mas não fora de um lar.
Gostei de tudo. Gostei da experiência. Gostei da coisa. O perigo é esse. Poderá virar método de vida. Adorei tudo isso.
Mas estando em casa, tudo é maravilhoso também. Me parece que até mais um pouco. Tem coisas aqui, que só tem aqui. Dessas não abro mão. Dessas não me separo por muito tempo. Essas são minha vida.
01 dezembro 2009
ESTOU EM CASA!!!!!!!
Adoro viajar, amo passear, mas voltar pra casa, é uma das melhores coisas que existe, para mim. A certeza de chegar no que é meu, do meu modo, à minha maneira. Isso tudo me deixa feliz da vida. Claro que logo, logo, com baterias recarregadas para novas viagens, mas feliz por estar de volta. Às queridas, que tão gentilmente visitaram meu bloguinho e desejaram feliz viagem, tenham certeza que ela foi realmente muito feliz. Agradeço todo carinho.
Assinar:
Postagens (Atom)